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Manual do Usuário
Quinta-feira, Julho 31, 2008



boomp3.com




Na radiola, Softly as in a Morning Sunrise,
de Hammerstein/Romberg , com

Don Braden – sax tenor
Tom Harrel – trompete
Benny Gree – piano
Chris MCBride – baixo
Carl Allen – bateria

Gravada em Nova Iorque,
em janeiro de 1991. *



(*) Acir Vidal, editor do blog.


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[ http://www.sponholz.arq.br ]


Hoje pela manhã, aqui em frente ao meu estúdio,
bochicho no quiosque do Henrique, a melhor água
de coco das praias de Vitória - ES:


- Se todo homem tem um animal selvagem dentro de si,
os nossos governantes são hienas.







[ http://www.sponholz.arq.br ]



- Marketing é tudo. *


(*) Fumaça, biriteiro/filósofo da Praia do Canto, Vitória - ES.


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Prezados amigos.

Peço desculpas por ficar aborrecendo vocês com meus problemas, mas
só estou informando minhas dificuldades pessoais...
Briguei em casa, e tive que sair para buscar um quarto de pensão.
Agora, estou morando em um "apertamento" com mais quatro pessoas.
Somos em cinco, o espaço é reduzido, não pude levar meu computador
e à noite não estarei mais abrindo os e-mails que me mandam.
Mas o pessoal da casa é gente boa, e me fará companhia.
O problema é que só tem um banheiro, uma saleta, um quarto e uma
cozinha. Para vocês terem uma idéia do aperto.
Segue em anexo uma foto da cozinha, às 7h30 da manhã, antes
de eu sair para trabalhar!
Não sei o que fazer, não sei se vou me acostumar.
Abraços e boa sorte pra mim nessa minha nova vida e, que
vocês nunca precisem passar por isso. E que eu tenha forças para suportar este
duro golpe. Olhem, tem dias que é phoda, phoda mesmo !!!

Desculpem-me pelo desabafo !

Abraços,
















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A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) recebeu ontem, quarta-feira (30), os resultados da sindicância instalada na Casa Civil para apurar responsabilidades sobre a montagem do dossiê com gastos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). A Folha Online apurou que a sindicância deve evitar sanções à Dilma e à sua chefe-de-gabinete, Erenice Guerra.

No relatório, os auditores sugerem apenas que o TCU (Tribunal de Contas da União) defina a punição mais adequada a ser aplicada a José Aparecido Nunes Pires, ex-secretário de controle interno da Casa Civil -- que deve ser advertência ou suspensão temporária do cargo. ( Folha Online ).







Os parlamentares do governo e da "oposição" são como rabecas desafinadas:
- vibram de acordo com quem as toca. *


(*) Acir Vidal, editor do blog.








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É como andar descalço, pelo jeito. As sandálias
Topless Sandals não têm tiras - elas têm apenas as solas...


Isso é possível graças a uma nova cola, que não deixa resíduos
na pele e não deixa a sandália sair dos pés de quem usa.

Segundo o fabricante, a cola das sandálias dura um ano, e basta
lavá-las com água e sabão para deixar a superfície de contato bem
colante (lavando, as partículas que grudem na sandália são retiradas,
e a superfície se mantém aderente).

Já venderam milhares nos Estados Unidos e Europa... Será que
chegam ao Brasil a tempo para o próximo verão? Taí uma bela dica para
quem tiver uns trocados: importe algumas... vai ser fácil vender por aqui.


(*) Rubens N. Cunha, Curitiba - PR


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Quarta-feira, Julho 30, 2008



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Na radiola, Stardust, com

Trompete - Donald Byrd
Baixo - Doug Watkins
Bateria - Art Taylor
Piano - Walter Davis Jr.

Gravada ao vivo, em 22 de outubro, 1958,
no Olympia, Paris. *



(*) Acir Vidal, editor do blog.


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Em Brasília, nos corredores da Câmara do Deputados:

- Vem aí, um novo "Centrão" *. Mais safado do que na época
do Sarney. Inteiramente financiado pelo PAC e pelas "milícias".
Com VOSSO GUIA no papel de presiMENTE.


(*) O "Centrão" foi época da Constituinte, em 1986: queria dizer
não só um centro grande, mas um centro debochado, pelo qual
transitavam preferencialmente os pleitos fisiológicos e os interesses
inconfessáveis de parlamentares conservadores e corruptos que
apoiavam o (des)governo Sarney.


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Era bem cedinho e o seu Bastião resolveu visitar o compadre no sítio vizinho. Quando chegou ao sítio do compadre, viu que tudo estava muito em silêncio. Chamou, mas ninguém respondeu. Seu Bastião resolveu entrar na casa, pois a porta estava só encostada. Foi em silêncio até o quarto do compadre pra ver se tava tudo bem. Quando passou pelo corredor, viu que a porta do banheiro estava entreaberta e viu seu compadre na maior punheta (tava até gemendo). Resolveu sair quietinho da casa e esperar na varanda. Quando o compadre saiu do banheiro, seu Bastião fingiu que estava chegando naquela hora no sítio e foi logo dizendo:

- Ô cumpade, o mundo é cheio de coincidência memo!
Tô chegando nessa hora, nem chamei ainda e já dô de cara com ocê na porta?


- Mai o mundo é chei de concidência memo cumpade,
sabe que eu tava pensando nocê, fais cinco minuto?

- Fala isso não, cumpade!!!

- Verdade, home!!!

- Pelamor di Deus! Fala isso não, cumpade...


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Comentário da imprensa internacional:

- Os ditadores chineses dizem que até as Olimpíadas a coisa vai,
ou racha.






- Acho que tem que ir, mesmo rachada. *


(*) Fumaça, biriteiro/filósofo da Praia do Canto, Vitória - ES.


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"Fazer pornô foi algo muito pesado para mim",
diz Alexandre Frota.





- Nem imagino o tamanho da... 'responsabilidade'
que ele levou nas costas, coitado!











O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Gilmar Mendes,
concedeu habeas corpus ao 2º sargento do Exército, Laci Marinho de Araújo,
preso no Batalhão de Polícia do Exército, em Brasília, por deserção.

O sargento ganhou notoriedade ao assumir um relacionamento homossexual
com outro sargento do Exército, Fernando de Alcântara de Figueiredo,
em uma revista.


PS: O ministro Gilmar Mendes não se manifestou, como o fez na
prisão do banqueiro Daniel Dantas, sobre as algemas no 2º sargento.


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- Você, atilado internauta, compraria um carro usado
ou jogaria pôquer com esse deputado aí acima?



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Terça-feira, Julho 29, 2008



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Na radiola, Summertime, com

Albert Ayler - (sax tenor)
Herbert Katz - (guitarra)
Teuvo Suojärvi - (piano)
Heikki Annala - (baixo)
Martti Gamp – (bateria)

Gravada em Nova Iorque, em 1962.


(*) Acir Vidal, editor do blog.


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Diz o Barão de Miracema * :

- Sei que é um pecado julgar mal os políticos,
mas 'nestepais' é raramente um engano.



(*) Alter ego do Acir Vidal, editor do blog.






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- Vovó * dizia:

"No Brasil, toda piada é uma lei,
toda lei é uma piada".



(*) Acir Vidal, editor do blog.






Bochicho na padaria, perto da minha casa:

- Depois de cumprimentar um político e/ou um banqueiro,
conte os seus dedos.



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( José Augusto Carvalho)





Chama-se clítico qualquer item oracional átono, do qual a pronúncia depende de outro item com acentuação própria. Assim, muitas preposições, como a, de, em, por, etc., são clíticas. O pronome pessoal átono é um clítico dependente do verbo. Quando o pronome átono se situa antes do verbo, ocorre a próclise, como em “Ele se matou”; quando se encontra depois do verbo, ocorre a ênclise, como em “Ele matou-se”; e quando aparece no meio do verbo, ocorre a mesóclise, encontradiça apenas no futuro do presente e do pretérito, como em: “Ele matar-se-á; ele matar-se-ia.”

Há uma tendência atual de ensinar a ênclise em orações subordinadas, quando há pausa entre a conjunção subordinativa (ou o pronome relativo) e o verbo.

Parece que essa má lição se originou da possibilidade de haver ênclise mesmo após um item que exigiria a próclise, quando existe pausa entre o termo que atrai o pronome e o verbo da oração. Mas essa regra, consensual entre os gramáticos, só se aplica a períodos simples ou a orações coordenadas em que a coordenação não se faça entre subordinadas. É o que dizem Celso Cunha e Lindley Cintra, em sua Nova gramática do português contemporâneo (Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985, p. 304): “Observe-se por fim que, sempre que houver pausa entre um elemento capaz de provocar a PRÓCLISE e o verbo, pode ocorrer a ÊNCLISE: Pouco depois, detiveram-se de novo (Ferreira de Castro).” Mas essa lição refere-se a períodos com um único verbo. Ao referirem-se às orações subordinadas, com um único verbo ou com perífrase verbal, esses dois autores são taxativos, quando dizem que se usa obrigatoriamente a próclise “nas orações subordinadas desenvolvidas, inclusive quando a conjunção está oculta: O sufrágio que me vai dar será para mim uma consagração (E. da Cunha).” (Id. Ib. p. 306)

Rocha Lima, em sua Gramática normativa da língua portuguesa (15.ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1972, p. 418), diz que é obrigatória a próclise nas orações subordinadas, haja ou não pausa entre o termo subordinativo e o verbo da oração, mesmo que a conjunção não esteja expressa: “Espero (que) me atendas sem demora.”

Quando expõe o critério de que não se pospõe o pronome átono a verbo flexionado em oração subordinada, Evanildo Bechara observa que, às vezes, pode ocorrer a ênclise quando há pausa antes do verbo, mas esclarece que são “esporádicos e não dignos de imitação os exemplos que dele [do critério exposto] se afastam” (BECHARA: Moderna gramática portuguesa. Rio de Janeiro: Lucerna, 1999, p. 589).

Há um caso, no entanto, não previsto pelas gramáticas, em que só a ênclise é possível em orações subordinadas a que falte a conjunção subordinativa: o caso em que se evita início de oração com pronome átono. Ex.: “Fosse-me dada a sorte de ser rico, eu compraria um carro importado.”

Há uma construção sintática que corrobora a afirmativa de que não se deve usar ênclise em oração subordinada, mesmo que haja pausa entre o termo subordinante e o verbo: é o caso de toda construção com futuro do subjuntivo. Observemos a frase: “O homem que, apesar de honesto, se calar diante de um crime torna-se cúmplice desse crime.” Seria impossível a ênclise depois de CALAR, mesmo com a pausa, pela simples razão de que não se trata aí de um infinitivo, mas de um futuro do subjuntivo, e uma regra acolhida por todos os estudiosos da língua assegura que não existe ênclise com futuro, no português atual.

Desviam-se, portanto, da norma culta gramáticos e professores que usam a ênclise em oração subordinada, mesmo que haja pausa entre o verbo e o elemento subordinativo.





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Deu na Associated Press:
Willie Bean


Um dos candidatos na disputa pela prefeitura de Fairhope, Alabama (EUA) é consideravelmente mais peludo do que os outros. Ele também tem o dobro de pernas e geralmente está abanando o rabo. Wille Bean Roscoe P. Coltrane é um labrador de sete anos cuja dona resolveu ironizar a corrida eleitoral norte-americana lançando sua candidatura.

Mas Willie Bean pode não estar preparado para um mundo tão competitivo. "Quando um cão menor late, ele sai correndo", diz sua dona, Tress Turner, 43, ao jornal "Press-Register".

Tress é gerente do The Coffee Loft, que também é o comitê de campanha. Lá, os seguidores de Willie Bean podem comprar camisetas e outros suvenires.

Alguns de seus cabos eleitorais afirmam que o cão está elevando o nível da disputa, que se encerra com a eleição de 26 de agosto. "Precisamos de sangue novo", brinca Vince Kilborn, 66.

Kilborn, advogado do governador do Alabama Don Siegelman, em um caso de corrupção, diz mais sobre o candidato de quatro patas: "Ele não tem esqueletos no armário, pois comeu todos".

O movimento pró-Willie Bean começou há três semanas. Mas o cão não tem chances reais na disputa. Ele perdeu o prazo de inscrição dos candidatos a prefeito.








Pois bem, no final do século passado (o tempo passa...), em Balneário Camboriu (SC), o jornalista Nagel Milton de Mello, o fotógrafo Zena Tomio e mais eu, lançamos a candidatura do cãozinho Sorriso a deputado federal.

Sorriso era o mascote da maioria dos quiosques da praia e acompanhava o Nagel em sua maratona diária. Não tinha dono, era um andarilho. Zoava a noite inteira e de manhã esperava o Nagel na praia. O nome Sorriso era pela sua boca um pouco deformada, que deixava os dentes sempre à mostra, conseqüência de suas muitas batalhas.

Pois a cãopanha caiu no gosto do povo e teve grande destaque na mídia. Na época ainda não existiam as urnas eletrônicas e evidentemente os votos que ele recebeu foram anulados. Mas a turma da apuração fez a contagem e Sorriso foi o terceiro candidato mais votado no Balneário, e recebeu votos em todo o Estado.

Acima está o santinho que distribuímos na época. Infelizmente Sorriso teve um fim trágico, morreu atropelado quando ajudava uma câopanheira a atravessar uma avenida. Na época muita gente achou que foi um crime político...

Na calçada do Restaurante Kananga, em Balneário Camboriu, que era sua principal base, existe uma estátua do Sorriso, da artista plástica Enedina. Também lá se encontra seu corpo, empalhado com perfeição.


(*) Laudelino Marcos Silva, do obrigatório:
http://www.resumodaopera.com/


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Dia dos Pais chegando...









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Segunda-feira, Julho 28, 2008



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Na radiola, Close Your Eyes, com

Guy Barker: trompete
Bernardo Sassetti: piano
Perico Sambeat: sax alto
Geoff Gascoyne: baixo
Gene Calderazzo: bateria
& The London Metropolitan Orchestra

Gravada em Londres,
em 28 de novembro de 1997. *



(*) Acir Vidal, editor do blog.


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Produtores vão à caça de candidatos ao BBB9.

Próxima edição do reality show irá selecionar
menos dois participantes com mais de 45 anos.





- Dona Maria Rosana terá chance no BBB9?




Algumas concorrentes da Dona Maria Rosana...










- De quem é esta Büdchen?


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Hoje, segunda-feira (28) julho , o confronto entre cangaceiros
de Lampião e policiais completa 70 anos. Foi na Fazenda Angico,
em Sergipe.







O BICHO *

Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.

Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.

O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.

O bicho, meu Deus, era um homem.


(*) Manuel Bandeira (1886/1968)

Rio, 27 de dezembro de 1947.
In Estrela da Vida Inteira.



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A mais nova homenagem dos italianos a Ronaldo, o Fenômeno.











Rei morto, rei posto.
Viva o rei!



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Domingo, Julho 27, 2008



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Na radiola, Blues In The Night, com

Susannah McCorkle – vocal
Keith Ingham – piano
Derek Hogg – bateria
Ron Rubin – baixo

Gravada em Nova Iorque, em 1977. *


(*) Acir Vidal, editor do blog.


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Depois do P.A.C. (PÃO, ÁGUA e CIRCO),
VOSSO GUIA vai criar mais sete novos programas:

1 - Base de Operações Legislativas Avançadas - B.O.L.A.

2 - Programa Intensivo de Auxílio Didático ao Analfabeto - P.I.A.D.A .

3 - Programa de Revisão Orientado para o Próprio Interesse nas
Nomeações em Autarquias - P.R.O.P.I.N.A.

4 - Mensuração da Eficiência Real das Decisões Administrativas - M.E.R.D.A.

5 - Serviço de Apoio aos Companheiros que Atuam Nacionalmente,
Aliciando Governadores, Empresários e Magistrados - S.A.C.A.N.A.G.E.M.

6 - Fundo para Operações Destinadas aos Apadrinhados - F.O.D.A.

7 - Programa de Interesse Regional das ONGs Cadastradas na Amazônia - P.I.R.O.C.A.





Dizem que o marketeiro que criou esses sete novos programas goveranamentais,
é o mesmo que cria os nomes para as operações da Polícia Federal.


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( Dê um Ctrl "F5" aqui para reavivar
a descrença do Padre Quevedo )



Sobre o Memony Car: - Para permitir o armazenamento de tantos dados em mídias tão finas e diminutas quanto uma moeda, os cartões de memória recorrem à memória flash — tecnologia que agora começa a equipar computadores portáteis, como o eeePC, da Asus.

Esse tipo de memória, criado pela Toshiba20 anos, funciona de forma semelhante à memória RAM e permite que dados sejam gravados, apagados e reescritos em uma mesma operação. Entretanto, a RAM necessita ser alimentada ininterruptamente para que armazene os dados. A memória flash, não. *


(*) http://tecnologia.uol.com.br/produtos/


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Do candidato a prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes ( PMDB ), ex-filhote do prefeito César “factóide” Maia (DEM), recentemente para o RJ-TV, da Globo , de como resolver a violência nas favelas cariocas: “Vou dar um exemplo, porque as pessoas sempre perguntam como recuperar essa soberania (do Estado nas favelas dominadas pelo tráfico). Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, é um bairro em que a tal da polícia mineira, que é formada por policiais e por bombeiros, trouxe tranqüilidade para a população. Morro São José Operário, era um dos morros mais violentos desse estado e agora é um dos lugares mais tranqüilos”, afirmou.




Na favela, vale o ditado:

- Para quem está se afogando, jacaré é tronco.-


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Eram dois pescadores gêmeos. Um casado e o outro solteiro. O solteiro tinha uma lancha de pescaria bem velha. Um dia, a mulher do casado morre. E, como desgraça nunca vem só, a lancha do irmão solteiro afunda no mesmo dia. Uma senhora, dessas velhotas curiosas e fofoqueiras, soube da morte da mulher e resolve dar os pêsames ao viúvo, mas confunde os irmãos e acaba falando com o irmão que perdeu a lancha.

- Eu só soube agora. Que perda enorme. Deve ser terrível para você.

O solteiro, sem entender direito, explicou:

- Pois é. Eu estou arrasado. Mas é preciso ser forte e enfrentar a realidade.
De qualquer modo, ela já estava bem velha. Tinha o traseiro todo arrebentado,
fedia a peixe e vazava água como nunca vi. É verdade que ela tinha uma grande
racha na frente e um buraco atrás que, cada vez que eu usava, ficava maior.
Mas eu acho que o que ela não agüentou foi que eu a emprestava a quatro amigos
que se divertiam com ela. Eu sempre lhes disse para eles irem com calma, mas desta
vez foram os quatro juntos e aí foi demais para ela...

A velhinha fofoqueira enfartou.


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Sábado, Julho 26, 2008



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Na radiola, "My Foolish Heart" , com

Eliane Elias (piano)
Marc Johnsonn (baixo) e
Jeoy Baron (bateria).

Gravada em Los Angeles, janeiro de 2008. *


(*) Acir Vidal, editor do blog.


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Rola há dias pela Internet.


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- Depois de três anos, Rubinho subiu ao pódio.
Agora só falta o presiMENTE Lulla parar de beber. *


(*) Fumaça, biriteiro/filósofo da Praia do Canto, Vitória - ES.


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No Rio de Janeiro, uma funerária criou um cenário como
exemplo de um velório de um grande craque ou de um
fanático torcedor de futebol.



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Sexta-feira, madrugada adentro, um cara pego dirigindo doidão:

- Bebo até cair... depois continuo bebendo deitado.
Sou brasileiro e não desisto nunca.





E o carona do bebum:

- "Seo" guarda, de hoje pra trás, parei de beber.


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O deputado Antonio Carlos Magalhães Neto (DEM)
e o ex-prefeito Antonio Imbassahy (PSDB), ex-cria do vovô ACM,
lideram a primeira pesquisa Datafolha para a Prefeitura de Salvador,
após o registro das candidaturas no TRE (Tribunal Regional Eleitoral).




Como dizia minha avó*:

- Que um engula o outro e os dois se engasguem.


(*) Acir Vidal, editor do blog.


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Sexta-feira, Julho 25, 2008



Me contaram e, lógico, não acreditei.

"O Tribunal de Justiça de Santa Catarina concedeu duas liminares que tratam sobre a nova legislação de trânsito no Brasil. Um grupo de 13 pessoas de Florianópolis obteve decisão que impede a aplicação automática das penalidades previstas nos artigos 165 e 277 do Código de Trânsito Brasileiro - suspensão de carteira de habilitação, multa de R$ 955 e apreensão de veículo - simplesmente por se negar a se submeter ao exame de alcoolemia, comumente realizado por meio do bafômetro." Baseado na máxima de que 'ninguém é obrigado a produzir provas contra si mesmo', já há quem pense que se o guarda pedir a carteira de motorista e esta estiver vencida (ou tenha sido esquecida em casa), o motorista pode se negar a mostrá-la.

- Sabem de uma coisa? EU NÃO ACREDITO !!!

Fui!!!... já que não dirijo mais (nem menos!),
meter (no bom sentido, claro!) uma pra dentro!



(*) Velhinho do Bixiga, 61, de férias em Jaraguá do Sul
(hoje completando 132 anos), na bela e Santa Catarina.


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"Se o desonesto soubesse a vantagem de ser honesto,
ele seria honesto ao menos por desonestidade." *


(*) Sócrates.



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'Na natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma:
- Cana dá álcool, álcool dá cana...'












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O presidente do Senado, Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN),
inquirido por um jornalista:

- Quantos pessoas trabalham na Casa?

O presidente do Senado pensou, fez alguns cálculos
e depois de cinco minutos, sapecou:

- A metade!


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( Dê um Ctrl "F5" aqui
e sintam o drama )



Chapeuzinho Vermelho andava pela floresta. De repente, o Lobo Mau saiu de
trás de uma árvore, pulou com uma espada, colocou na sua cabeça, e disse:

- Chapeuzinho, vou te arrancar os miolos!!!

Chapeuzinho Vermelho foi até sua cesta de pic-nic e, calmamente, retirou uma
Magnum 44. Apontou pro Lobo Mau, e disse:

- Não vai não!!! Você vai é me comer, exatamente como está no livro!!!


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A nadadora brasileira Rebeca Gusmão, suspensa por dois anos por doping devido
a um exame realizado nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro de 2007, foi
informada ontem, quinta-feira (24), de que foi punida novamente pela Federação
Internacional de Natação
, a Fina, e agora corre o risco de ser banida do esporte.






- Irmãos gêmeos?


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Quinta-feira, Julho 24, 2008



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Em Brasília, bochicho nos corredores do Palácio do Planalto:

- Feed-back: a picaretagem se alimenta de picaretagem.







"O glutão cava o próprio túmulo com os dentes". *

(*) Provérbio Inglês.



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Peixe faz o trabalho de pedicure em salão de beleza nos Estados Unidos.

Nova técnica coloca cliente em banhos de imersão para a limpeza dos pés.
Tratamento de 30 minutos custa US$ 50; mulheres se dizem satisfeitas.





Depois das cobras massagistas do spa de Israel, é a vez dos peixes-pedicure, de Virgínia, nos Estados Unidos.

Há quatro meses um spa da região vem utilizando a técnica que consiste em colocar os pés das clientes em uma banheira povoada por pequenos peixes.

Eles são conhecidos como "garra rufa" e são considerados uma alternativa higiênica para a tarefa de limpeza dos pés.

Segundo John Ho, que administra um salão de beleza junto com sua mulher, mais de 5 mil pessoas já passaram pelos beliscões dos peixes. "É um ótimo tratamento para todos que querem ter um pé saudável", diz ele.

John diz que os peixes são uma opção mais higiênica que as navalhas e outros instrumentos de corte geralmente utilizados nos salões. Essa espécie de peixe, também conhecida como "peixe doutor", começou a ser utilizada na Turquia e se tornou popular em alguns países asiáticos.

Os melhores
Tracy Roberts, de 33 anos, soube da novidade por um programa de rádio. "É a melhor pedicure que eu já tive", diz ela, que passou a recomendar o serviço às amigas. Ela diz que, pela primeira vez, conseguiu eliminar os calos do pé.

Mas os peixes não fazem o trabalho sozinhos. Depois de um banho de 15 a 30 minutos na banheira dos peixes, o cliente é tratado por uma pedicure "comum", que tem o serviço facilitado pelo "trabalho sujo" dos peixes.

Os banhos custam US$ 35 por 15 minutos e US$ 50 por 30 minutos. Cada tanque individual abriga cerca de 100 peixes.
( G1 )





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É no Maranhão, mas poderia ser no Rio, São Paulo...


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Foi ele o baterista a acompanhar João Gilberto e Tom Jobim nas gravações de Canção do Amor Demais, o emblemático álbum inaugural da Bossa Nova. E foi também o primeiro parceiro de Tom, na composição Faz uma semana. Jóquei dos mais supimpas, José Maria Stocker controlava absoluto suas rédeas em cavalógicos páreos na Gávea. Mas corria bem mesmo era dentro dos compassos ritmados por baquetas e vassourinhas pelas boates de Copacabana. Marceneiro pra ninguém botar defeito, o Juquinha – como Stockler sempre foi mais conhecido – arquitetou funcionais estantes pro meu apartamento da Constante Ramos, em Copa. Ele, que é ainda hoje uma verdadeira enciclopédia da Bossa Nova, também andou por Cataguases lá pela década de 1980, trazido pelo Tomaz (“Man”) Pacheco, pra quem deu aulas de bateria.

Juquinha morava em cima do mitológico Luna Bar, no Leblon, e dali saíamos emborcando todas madrugadas afora. Isso quando “Dona Encrenca” deixava, que a mulher dele sempre marcou em cima. Falar de Bossa Nova sem lembrar do Juquinha não vale. Não posso me esquecer de nós dois contracenando num Super-8 que dirigi noite aforadentro, de uma cena filmada numa daquelas etílicas madrugadas na calçada do Luna Bar. O sol já inundando o Leblon, nós dois mais pra lá que pra cá, eu mostrando/discutindo pra câmera a capa do livro “O Século do Cinema” e Juquinha, meio que encostado num orelhão, interferindo na cena do alto-abaixo de seu bonezinho de jóquei, “agredindo” o livro de Glauber com um exemplar de meu “Pomba Poema”, ora pombas! Paulinho Pontes me disse certa vez que iria escrever uma peça de teatro chamada “Luna Bar”. Quer dizer, escrever não, completou ele, pois só o título bastava: “Luna Bar”. Quer mais? O Bertolucci acabou filmando, Fellini ouviu suas vozes, mas isso são outras histórias de La Luna.

E La Luna sempre – é claro, é clara – com um bar no meio. Uma década antes, e literalmente ainda meio que nas águas das etílico-musicais amizades iniciadas em Copacabana, no “200 da Barata Ribeiro” – aprendizado da noite que muito me ajudou na virada dos anos 60, e pra vida inteira –, passei alguns meses arregimentando músicos e críticos para concorrer, e principalmente para compor o júri, na segunda versão do Festival de Cataguases, agora denominado “Audiovisual”. Várias e várias noitadas no Baixo Copa. No El Cid, no Nogueira, no Beco da Fome (nunca mais aquela carne assada com aipim da Lindaura!) e no recém-inaugurado bar da cantora Waleska, no Leme, aquele “breu total” de muita Fossa e pouca Bossa.

Dali vieram para o Festival de 1970 o Gutemberg Guarabira (E viva o México, com João Medeiros) o Luiz Carlos Sá, o Zé Rodrix – o trio Sá-Rodrix-Guarabira foi formado em Cataguases, numa mesa do Bar Mocambo, o sol (quer dizer, mais eu & o chope) por testemunha. E ainda o Carlos Imperial (“não dá um jeitinho de classificar minha Maria, Maria”?), o compositor paraibano Marcus Vinicius (que vencera o festival anterior), Rildo Hora, de novo o Messias dos Santos (agora “em parceria Cristycaia” com Carlos Sérgio Bittencourt e também com Pedro Lessa, em Produto Perdido), a Bia Bedran, o José Carlos Capinam – numa parceria com o então exilado londrino Gilberto Gil (Zooilógico, que acabou não concorrendo) –, vencedor com Gás Paralisante, feita com o pernambucano Aristides Guimarães, e a Equipe Mercado.

Meu Deus, a Equipe Mercado! Comandada por meu amigo e poeta-processo Ronaldo Periassu, eles causaram um rebuliço dos diabos com sua Marina Belair (“Manicure/ Escândalo dos dedos/ Dédalus// Lapa ofegante ofélia/ Gritrilhos de quinta categoria”). Não só pela letra de Periassu, plena de bricolagens, como pela guitarra destorcida de Stul e a voz rascante e desnuda sensualidade da band-leader Diana. Durante a apresentação, o pessoal do Mercado mastigava carne de cachorro e lançava nacos e mais nacos a um estarrecido, provinciano, engravatado público. Acabaram expulsos da cidade – com todas as glórias da imprensa nacional, da Veja (Antônio Chrysóstomo) à Manchete e Revista Amiga (Adriana Monteiro), a O Globo (Nelsinho Motta), ao Pasquim e Última Hora (Luiz Carlos Maciel) e ao Jornal do Brasil, onde Carlinhos Oliveira atacou de crônica indignada em desagravo.

No júri, Nelsinho Motta, Luiz Carlos Maciel, Marina Colasanti e Affonso Romano de Santana, Lúcio Alves, Mariozinho Rocha, Antonio Chrysóstomo e mais e mais, filósofos (Jorge Roux), críticos (até mesmo de cinema, como o baiano Alberto Silva), e poetas e potentados de tal quilate (Wlademir Dias-Pino, Moacy Cirne, Álvaro e Neide Sá, Affonso Ávila e Laís Correia de Araújo) que acabamos colocando todos no palco do Edgar Cine-Teatro. Imagina! Onde senão no palco colocar um júri de tal magnitude – e ainda sob o comando e presidência gloriosa de Clementina de Jesus, assessorada pelo mui nobre poeta cataguasense Francisco Marcelo Cabral?

O Festival Audiovisual de 1970 foi a ponte para Maria Alcina (eleita melhor cantora, ela que já arrasara no festival anterior com Pesadelo Refrigerado, de Leão Condé e Carlos Moura) lançar-se nacionalmente, sob os cuidados de um Nelsinho Motta fascinado com a jovem cataguasense. Na coordenação, estava ainda o Ernesto Guedes (vide Bossa Nossa/Lado 1), aquele que me aplicou, lembram-se?, João Gilberto & quejandos. E também Beatles, muito jazz e João do Valle, que o Ernesto sempre foi um cara aberto a todas as tendências. O mesmo João do Valle que eu vi entrar uma noite no Beco da Fome, reduto dos músicos de Copa, e ser escorraçado pelo português, dono de um dos botequins. Ainda falei pro cara: “Sabe quem é esse? É o autor do Carcará, o senhor não pode tratá-lo assim”. O português retrucou: “Não me interessa, bêbado não tem vez no meu bar”. Tristes tempos também. Se bêbado no bar não tem vez, onde terá, meu freguês?

Logo, muitíssimo logo depois, um tempo em que muito circulei pelo Biblo´s, uma boate da Lagoa, onde às vezes a Rio Jazz Orchestra tocava, com minha querida Neti Szpilman como crooner. O resto da noite corria ao som da bateria de meu amigo Tião, de um pianista (quem mesmo?) e do baixo do Bebeto, que fora do Tamba Trio e com quem, nos intervalos, eu conversava horas & uísque a fio. Tamba Trio, sim, é Bossa pura e nos leva logo-loguinho a Luizinho, o Eça (mas não, não era ele ao piano naquela boate).

Fui possivelmente a última pessoa a entrevistar Luiz Eça. Ele e Marinho Boffa se apresentavam num show “a dois pianos” no CCBB, já nos anos 1990. Eu realizava os vídeos, os textos e os roteiros pro CCBB e lembro-me muito bem da entrevista, feita no camarim do Teatro 2. Câmera em campo/contracampo, nós dois baforando com aquela dignidade dos fumantes de antigamente. A cada close, Luizinho dava uma tragada e uma píccola tossidela que vou te contar. Eu tacava-lhe outra baforada na cara (de pau) e dizia: “Você precisa parar de fumar, ô meu, olha essa tosse!”. Eça não, quer dizer, Eça sim, retrucava: “Que nada, isso é um resto de gripe, coisa à-toa, que peguei semana passada num show em Belo Horizonte”. Luizinho Eça morreu quinze dias, depois, estirado no sofá da sala de Marinho Boffa, onde dormia entre uma tossidela e outra.


(*) Ronaldo Werneck, jornalista e poeta, é mineiro de Cataguases.


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Cão de guarda é coisa do passado, pelo menos em Curitiba.
Os donos dessa mansão não escolheram para tomar conta
de sua humilde casa um Dobermann, um Rottweiller e nem um Fila.
Acham que esses são fraquinhos, são apenas para brincar com as crianças.
Diante de tantas notícias de assalto, reféns, etc... nos jornais de todo país,
resolveram apelar e colocaram logo uma LEOA no jardim!
Pessoal... Não é brincadeira!
A casa fica na Água Verde, próxima ao Paraná Clube *.










(*) Rubens N. Cunha, Curitiba - PR.









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(*) Marcos Xavier, escritor, é mineiro de Cataguases,
radicado em Brasília.


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Muitas vezes se ouve dizer que as mulheres falam demais...
Mas não tem problema. Porque o ouvido masculino (seletivo)
escuta somente o que interessa...

Prestem atenção o que a mulher diz:
- Esse lugar está uma bagunça, amor !
Você e eu precisamos limpar isto.
Suas coisas estão jogadas no chão e você vai ficar
sem roupas pra usar se não lavá-las agora mesmo.

O que o homem escuta:
- Blah, blah, blah, blah, AMOR,
VOCÊ E EU, blah, blah, blah, blah, ,
blah, blah, blah, blah, NO CHÃO,
blah, blah, blah, blah, SEM ROUPAS,
blah, blah, blah, blah, AGORA MESMO.

- Percebem a diferença?


(*) Carlos Drummond de Andrade, o poeta.








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Quarta-feira, Julho 23, 2008



( Millôr Fernandes )


- Não foi o blog que melhorou, foram as notícias que pioraram. *


(*) Acir Vidal, editor do blog.





( Dê um Ctrl "F5" aqui para visualizar
o farol girando ... girando ... girando )






Por onde andam os jornalistas (?) Tereza Cruvinel e Franklin Martins
com a sua TV Brasil, sem traço no Ibope?



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Pelotas Futebol Clube.


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Esta me foi contada pelo amigo * Hélvius Vilella, maestro, pianista
mineiro de Belo Horizonte, radicado no Rio, depois de rodar o mundo.

No final da década de ’50, o cantor Lúcio Alves, na época um dos mais
festejados astros da MPB do país, foi à Cataguases, como sempre o fazia,
para visitar os parentes. Sim, Lúcio Alves é de Cataguases. No dia seguinte,
uma senhora da “alta sociedade” convidou-o para jantar em sua residência.
Lá pelas tantas, a madame não se conteve:

- Cante, Lúcio, cante!
E o nosso herói:
Não dá, não trouxe meu violão....
E a madame:
- Acompanho-o ao piano.
E o Lúcio se esgoelava... esgoelava...

Depois de muitos micos, um gaiato, meio bebum,
gritou do fundo da sala:

- Madame, toca nas pretas... toca nas pretas!


(*) Acir Vidal, editor do blog.


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Deus perguntou aos Gregos:

- Vocês querem um mandamento?
- Qual seria o mandamento, Senhor?
- Não matarás!
- Não obrigado. Isso interromperia as nossas conquistas.

Então, Deus perguntou aos Egípcios:

- Vocês querem um mandamento?
- Qual seria o mandamento, Senhor?
- Não cometerás adultério!
- Não obrigado. Isso arruinaria os nossos fins-de-semana.

Chateado, mas não derrotado, Deus perguntou aos Assírios:
- Vocês querem um mandamento?
- Qual seria o mandamento, Senhor?
- Não roubarás!
- Não obrigado. Isso arruinaria a nossa economia.

Deus, enfim, perguntou aos Judeus:
- Vocês querem um mandamento?
- Quanto custa?
- É de graça.
- Então manda DEZ!






Os Dez Mandamentos em japonês.


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Terça-feira, Julho 22, 2008



[ http://www.sponholz.arq.br ]


Amigos, por seis dias darei uma folga a vocês e ao presiMente.
1grandabraço em todos........................roque*


(*) Roque Sponholz, chargista/caricaturista/editorialista do blog.








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Faixa instalada estrategicamente na esquina das ruas Viçosa e São Romão,
no bairro São Pedro, região Centro-Sul de Belo Horizonte - MG.





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Ontem, eu estava meio deprê, quando senti um tremor no meu corpo. Abri meus e-mails e deparei-me com este vídeo. Com ele, aposto 500 paus que vocês, ateus como muitos, se converterão ao Cristianismo depois de assisti-lo, até o fim. Vocês sucumbirão em face das cantoras de Inri Cristo. Se não acreditarem nessa revelação, tomem nota, ocorrerá uma epidemia de cólera no Nordeste e uma praga de insetos no Centro-Oeste do país. Assim seja. *


(*) Acir Vidal, editor do blog.










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[ http://www.sponholz.arq.br ]


Operação “Satiagraha"

- Lula quer que novo responsável por
caso Dantas 'restaure hierarquia' na PF.
( UOL )








- Com essa jogada, o presiMENTE Lulla
tenta salvar ambas as suas caras. *



(*) Acir Vidal, editor do blog.


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Em crônica recente dediquei “Maré” , de Adriana Calcanhotto, à minha sobrinha Tarumim, que ao completar dois meses semana passada deu seu primeiro mergulhinho nas águas salgadas do mar de Barceloneta . Não se trata de lenda de pescador, meu irmão que é professor de natação para senhoras e bebês já está querendo transformar a filha em atleta.
O som de “Maré”, ainda ressoa em meus ouvidos, tanto que não poupei esforços para me despencar às pressas de Juiz de Fora para o Rio. Calcanhotto participou de um debate promovido pelo jornal “O Globo”, no Teatro Casa Grande, que teve como entrevistadores os jornalistas Arnaldo Bloch, Antônio Carlos Miguel e o professor e poeta Eucanaã Ferraz.
Teatro lotado, no palco Calcanhotto é o bendito fruto entre os homens (violão é palavra masculina). Com calça e camiseta pretas sob um casaco cinza de tecido leve, que faz referência ao figurino do espetáculo “Maré”, a artista traz na medida certa a elegância, a sobriedade e o senso de fino humor.
Organizado em dois tempos, um para os entrevistadores, outro para perguntas da platéia e dos internautas, o bate-papo fluiu tranqüilo, com várias questões referentes à sua carreira e principalmente à forte relação que a compositora/cantora gaúcha mantém com a literatura e as artes plásticas.
Calcanhotto é cantora, mas descobri pelas palavras de Eucanaã, que ela na verdade não gosta muito de exaltar essa faceta. Considera-se uma “performer” que canta, não se preocupa somente com o desempenho interpretativo, a modulação e extensão de sua voz. Calcanhotto é uma artista que “pensa a música” e aí reside sua inteligência e sedução.
Eucanaã inicia a conversa citando o escritor português Eduardo Prado Coelho: “As letras de Adriana Calcanhotto são extremamente bem construídas, e revelam um saber ou uma intuição poéticas absolutamente surpreendentes. Nunca escolhem o discurso arqueado, o fraseado sumptuoso, a cascata verbal...”.
Eucanaã não poderia ter escolhido citação melhor. Calcanhotto traz como princípio de sua criação o depuramento aliado à estética minimalista. Tudo que faz parece passar pela “faca só lâmina”, de João Cabral. Já compôs até música para interpretar com Hermeto Paschoal, mas elege sempre uma seqüência simples e direta de acordes para tocar em seu violão. Confessou que a música com letra desde muito cedo a arrebatou e que procura trabalhar com muita dedicação nas letras de suas composições, pois se considera limitada como instrumentista.
Ela responde a todas as perguntas que lhe fazem (inclusive sobre o ministro Gilberto Gil), porém parece pretender deixar sempre uma incerteza a cada intervalo entre uma interrogação e outra. Por um instante, fiquei pensando que ali, Calcanhotto não era Partimpim e, no entanto, estava exercendo sutilmente uma performance no jogo de sedução que compartilhava com a platéia. Lembrei-me da música “Senhas”, que nomeia seu segundo cd, uma espécie de canção-manifesto que escancara em linguagem simbólica e sugestiva seus pressupostos estéticos: “Eu não gosto do bom gosto/Eu não gosto de bom senso/Eu não gosto dos bons modos/ Não gosto/... Eu agüento até os estetas/Eu não julgo competência/ Eu não ligo pra etiqueta/ Eu aplaudo rebeldias”.
Algumas perguntas bem-humoradas surgem da platéia, como a de um rapaz que lhe indagou se já havia feito pacto de sangue, provavelmente motivado pelos versos de “Mais feliz”: “Rimas fáceis, calafrios/ Fure o dedo faz um pacto comigo”. Calcanhotto sorrindo responde com o gesto de unir um dedo ao outro: “Pacto de sangue, assim? Quando eu era criança, depois fiz pacto de amor”.
Calcanhotto aproveita a oportunidade do encontro em tom informal para desfazer alguns mitos que depois de quase vinte anos de carreira ainda a perseguem: “Fiquei famosa por ser uma cantora de churrascaria, quando na verdade eu só cantei duas vezes numa