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Manual do Usuário
Sábado, Maio 31, 2008








Na radiola, Lament, com

Ron Blake - sax tenor
Greg Hutchinson - bateria
David Gilmore - guitarra
Christian McBride - baixo
Joey DeFrancesco - órgão

Gravada em Nova York,
em setembro de 2003. *



(*) Acir Vidal, editor do blog.


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- Os políticos e as fraldas devem ser mudados freqüentemente,
e pela mesma razão.



(*) Eça de Queiroz (1845/1900 ), escritor português.





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Preste atenção no mosquito voando...

( Dê um Ctrl "F5" aqui e ajude no
combate ao mosquito da dengue)



DENGUE

Cuide-se. Faça a sua parte.
Note que até o Cristo está fazendo a parte Dele!!!


(*) Curt Nees, 61, publicitário, despachando de Jaraguá do Sul,
na bela e Santa Catarina. - curt.nees@gmail.com


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("Chega de Saudade", com João Gilberto)


Na geografia afetiva da época, as ruas da Cataguases 1950 eram rebatizadas por afinidade. Era assim a rua da Maizé e do Zé Luiz, a da Elvira, a do Carlos Sérgio, a da Maria do Carmo, que também era a minha. A cidade girava em torno da praça e de seu entorno – não uma “Rui Barbosa” qualquer, como tantas outras, mas a “nossa” praça Rui Barbosa, entoada com todos os erres. Um largo entorno que passava pela rua do Sobedesce, chegava à praça da Igreja, descia a rua dos Estudantes, atravessava a Avenida (sempre “Avenida” , jamais “Astolfo Dutra” ) pra subir o morro de terra do Colégio (não havia Avenida Humberto Mauro, nem dele sabíamos ainda).

Na volta do Colégio, o dia em meio, jogávamos pedrinhas no córrego Lava-Pés – só pra fazer chuá-chuá, que coisa mais supimpa! – e subíamos famintos a rua da Estação. Às vezes, enveredávamos pela rua do Carlos Sérgio (a única no mundo que “descia pra Cima” , a Cia. Mineira Automobilística) e seguíamos em direção à rua da Maria Cristina e da Mabel, para deixarmos as duas meninas na casa da rua do Pomba, a casa do nosso diretor (que sequer imaginávamos, imagina!, ser assinada por Niemeyer), o Doutor Francisco (que mais tarde, quando já éramos “colegas de escriv´ânsias” , acabou mesmo sendo chamado afetuosamente de “Chico” , Chico Peixoto). Outras vezes, descendo do Colégio, esticávamos por outras bandas & esquivanças e subíamos a rua do Mete-em-Pé. Mas eram subidas inocentes, como de resto tudo o mais.

E agora – lá se vai meio século, e morando na Avenida, exatamente na cândida perpendicular do Mete-em-Pé – saio de novo a procurar o som daquele tempo. Não, meu caro Acir Vidal, nada daquilo que você, Vatinho e Messias ouviam na praça, na minúscula lojinha do Comissário José Thomaz – que se chamava, é claro, “Miniatura” (gracias, Antônio Jaime! ). Nada da batida cool da Bossa Nova, nada do violão de João. Nem lugar há mais pra isso. Pelas ruas o que se vê é ainda uma gente que nem se vê. E nem marcha-rancho. Nem Lyra-Vinicius.

Pois o que agora ouço, e com profunda irritação, não é mais o apito da fábrica de tecidos, que silenciou como aquela do Noel. Mas sim o apito do trem, que leva nossa bauxita e paciência Avenida afora. E parece nos passar um pito a apitar assim, a rir de nós assim – a tremer nos trilhos assim, esse gaiato que lá vai a buzinar com estrondo. Parece filme do John Ford. Só que somos os índios. O quê? É, os ín-di-os! E devidamente ensurdecidos. Dá vontade de no trem meter em pé (mas de guerra) um trovão de volta. De destampar com um estridente A wop-bop-aloo-mop-alop-bam-bom, de rachar com um Little Richard os ouvidos do maquinista – que nos sorri com ar de pateta e ainda acena para idiotas como nós, que se debruçam pelas varandas a varar suas vaias contra o vento.

Só depois que o trem passa posso no passado pensar. Posso por essas ruas passar. “Velho caminho/ por onde passou o meu carinho/ chamando por mim.// Caminho perdido na certa,/ caminho de pedra onde não vai ninguém.// Só sei que hoje tenho dentro de mim/ um caminho de pedra no peito também”, cantava “Tom & Vinicius” aquela Elizete do “Caminho de Pedra” de Canção do Amor Demais. Tempos de “um olhar desesperado/ a derramar melancolia em mim/ poesia em mim”. Mas na verdade a poesia ainda não mandara me chamar. Nem o samba com essas novas bossas. Eu queria mesmo era rosetar.

Melancolia em mim, poesia em mim? Vê se derrama pra outras bandas. Aquele Vinicius de letras ainda empostadas, que vinha lá dos tempos da busca pelo “Sublime” , não me dizia nada. Aquele negócio de “assim como o poeta só é bem grande se sofrer” – que surgia do Vinicius em diálogo como o “Absoluto” , aquele dos anos 30, de “Forma e Exegese” , de “Ariana, a Mulher” e até dos “Novos Poemas” , de 1938 – não me motivava “em absoluto”. Aquele letrista ainda apegado aos “males inevitáveis do amor” , aos desencontros e sofrimentos na linha do amor cortês medieval – que emblematizava o sofrimento como único caminho para as epifanias do amor –, aquele Vinicius não “calava” em mim, porque em mim não repercutia.

Mais eis que o mundo começacaba mesmo em Cataguases. Ou daqui se inicia, se alça para a partida. Pois a canção, como naquela mesma e exata letra de Vinicius, “só tem razão se se cantar”. Inclusive com esse melódico “se-se”, ciciar de pássaros, canto de cigarras. A Bossa Nova passou por Cataguases – tudo passa por aqui, ou vocês duvidam? – quando ainda nem se sabia como tal. Lembro de Vinicius no Colégio Cataguases, numa manhã qualquer dos anos 50, talvez 1957-58. Camisa vermelha, cabelos grandes e (ainda) grisalhos, sapatos mocassim sem meias. Os mesmos e confortáveis mocassins da “Moreyra” (usados também pelos “Chicos Peixotos”, o pai e o filho), que eu mesmo iria adotar ao me estabelecer no Rio, meados da década de 60. Era o poeta de quem eu tinha “vaga notícia”, pai do meu colega Pedrinho (sempre a “filar” minhas “vinte”, as bingas de meus cigarros da época, o sem-filtro e arranca-peito “K-Tall” ) – esse tal de Vinicius de Moraes, que nos chegou muito descontraído, e muito cariocamente nos falou no Grêmio Literário Machado de Assis sobre poesia & coisas quetais. Prestei mais atenção em seus mocassins sem meias, seu indistinto charme bossanovista.

Havia também um violão pré-bossa, tocado por outro interno do Colégio, o Dori, que namorava uma daquelas meninas da minha rua, filha do Seu Nogueirinha (Maria, Maria do Carmo, Terezinha?). Na varanda das Nogueirinhas, ouvi atento e por várias vezes aquele violão batuta, a voz rouca de meu colega Dori a cantar aquelas canções de pescadores, de uma aparente simplicidade – na verdade sofisticadíssimas. O mar da Bahia chegou-me assim, com a melodia de seu pai, um certo Caymmi. Mal sabia eu que menos de cinco anos depois, 1964, iria também morar na Bahia de São Salvador – e baiano por pouco não me tornaria, tal a porretíssima força de baianidade tamanha que baixou em mim, ó minha Menininha!

Foi então, nesse vai-não-vai, que o que Bossa viria a ser já me vinha de viés e ao vivo naquela Nova Cataguases de nunca mais anos 50 – do violão de Dori aos mocassins de Vinicius. Mas ouvida mesmo, e com atenção, acho que só em 1960. Era o som que “descia pra cima”, que ro(n)dava em nossos estudos na vitrola da casa do Carlos Sérgio. Junto com um ou outro Sinatra, predileção do nosso pianista Paulino. Lembro-me de “Sinatra Sings for Only the Lonely”, particularmente daquela canção de Nelson Riddle, “Ebb Tide”, que hoje pode ser encontrada no “youtube” – numa curiosa versão como pano de fundo para a famosa cena do assassinato de Janeth Leigh na banheira, no clássico Psicose, de Hitchcock.

A batida inovadora de João Gilberto, aquele violão “desencontrado” que acompanhava a Elizete em “Chega de Saudade”, quem percebeu de cara foi o Ernesto. Que não morava no Brás, mas foi quem primeiro nos convidou praquele novo tipo de samba. O Ernesto Guedes, que sempre intuía o novo e que logo nos trazia, “gilbertista de primeira hora”, o elepê inaugural do João, “O Amor o Sorriso e a Flor”. Um título que vou te contar. Mas com uma virada de viola e uma dicção tão perfeita que parecia aquela onda que surgiu no mar. E a capa? Cara, a capa era aquele nada que é tudo. Tudo branco, com discreta inserção de suave tipologia, em pequenos caracteres com o nome da gravadora (Odeon), do autor e o título. Logo abaixo, uma breve assinatura “João Gilberto”. Uma foto solarizada de João & violão no canto esquerdo, e é tudo. Tudo-quase-nada (o)usado pelo programador visual César Villela, o mesmo que faria logo a seguir as capas da gravadora Elenco, do Aloysio de Oliveira. Mas isso já faz parte do “Lado 2”. Semana que vem, viramos o disco.


(*) Ronaldo Werneck, jornalista e poeta, é mineiro de Cataguases.


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informa em edição mais que ordinária

Deu na Folha, 30/mai/2008:
"A Alerj (Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro) aprovou hoje o projeto de
resolução encaminhado pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) que
considerou inconstitucional a prisão do deputado estadual Álvaro Lins (PMDB-RJ).
O advogado Manoel de Jesus Soares, que defende Lins, disse que o deputado deve
ser solto ainda hoje.
O projeto foi aprovado com 40 votos favoráveis, 15 contrários e nenhuma abstenção.
Para ser aprovado, o projeto precisava de 36 votos.
A Assembléia do Rio tem 70 deputados, 17 deles do PMDB, que tem a maior bancada."

Pitaco do editor:
Não seria o caso dos 15 que rejeitaram acionar o Comissão de Ética da Alerj e pedir a
cassação dos 40 que votaram a favor?
Aliás, por falar em 40, lembrei do Garotinho, digo, do Ali Babá.

Outra coisa:
40 + 15 = 55. E os outros 4 - já que um estava com os 'homi'! - cabularam essa aula?

Fui!!!... cada vez mais enojado com a (falta de) ética na nossa política!


(*) Curt Nees, 61, publicitário, despachando de Jaraguá do Sul,
na bela e Santa Catarina. - curt.nees@gmail.com


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Sexta-feira, Maio 30, 2008








Na radiola, Autum Leaves, com a
Orquestra de Don Sebesky. Solos de

Lee Konitz – sax alto
Tom Harrel – trompete
Eddie Gomez – baixo
Ken Sebesky – guitarra
Joe LaBarbera – bateria

Gravada em Nova York, em 1997 . *


(*) Acir Vidal, editor do blog.


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Do céu, Horácio manda uma mensagem:

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Forma cruel de exame de vista para idosos.




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Minas não há mais, em termos de zona. Uma das razões é que a mulher dita direita, hoje, é mais honesta consigo mesma, ou seja, menos reprimida, bordel virou motel. Ainda que a prostituição continue de vento em popa, via Internet, inclusive. Não mais, porém, aqueles endereços obrigatórios, para deleite da rapaziada, dos solteirões e também de chefes de família. Estes, por sinal, em número bastante expressivo. Recordemos.

Em 1958, eu tinha 12 anos e estava de bobeira pelo centro de Cataguases, quando passou um entregador de pães e me convidou. Subi na garupeira de sua bicicleta (na frente, a cesta de pães) e fui, na expectativa de ver coisas diferentes. E vi. Donas bem sem-modos, mui decotadas, cruzando as pernas sem a menor cerimônia, bebendo cerveja, música alta, na companhia de homens igualmente folgados, em plena luz do dia. Só então entendi o movimento de uma casa parecida, que vira na rua do Capa, em Miraí.
Anos depois, voltei lá, a mesma ilha de Santa Helena, na condição de debutante, e Marlene levou-me para seu quarto. Meio bêbado, eu falava o tempo todo de Jean Cocteau e Edith Piaf, falecidos na véspera. Marlene, analfabeta, não entendeu porra nenhuma e mandou-me ficar quieto. Aquietei-me, pois. Tudo bem, melhor ainda se ela tivesse tirado o soutien. E seguiram-se outras. Nádia, Gilda, grávida de dois meses, “mas vou tirar” , Beth Cu, que tinha esse apelido porque franqueava o derrière, pelo que cobrava 700 cruzeiros; na frente, 500.
Uma bela noite, eu estava com o cotovelo apoiado no portal do “salão” , alguns casais dançando, à luz difusa da lâmpada vermelha, aos pés do cavalo de São Jorge, na parede. De repente, senti uma mordidinha na parte mais gorda do braço. Virei o rosto e dei de cara com aquela beleza rara, sob qualquer ponto de vista. Um lírio naquele pântano – vá lá a frase de gosto duvidoso, mas em zona vale tudo. Adelaide, seu nome. Pouco aparecia porque tinha um senhor bondoso que a ajudava. Ficava mais no quarto de Suely, a dona da zona e as más línguas insinuavam uma relação mais íntima entre elas. Tenho cá comigo que era um simples afeto recíproco, uma coisa meio de mãe e filha, como o tempo provou. Ou não.
Outra noite, estava com uns amigos jogando conversa fora à porta no quarto de Marlene, quando veio Nádia e rasgou o verbo, nestes termos:

- Sua puta, fica espiando quando a gente tá fudendo não, viu?
- Uai, cê tava fudendo?
- Craro que tava.
- Eh, eh, nunca vi fuder de porta aberta.
- Eu tava sentindo calor, uai!

Entanto, a que ficou mais minha amiga, lá, foi Karina. Já velhusca, garantia o orçamento fazendo a contabilidade das zonas da região (posto que puta paga imposto, sim, senhor, ou seja, é imputável, perante a lei). Homem, para ela, era biscate. Noites e noites em seu quarto, onde me ensinava músicas antigas como “Acuerdate de Acapulco, de aquellas noches, María bonita, María del alma...” , que Agostín Lara compôs para sua musa, velha diva do cinema, María Felix. Cinema, zona, a era do rádio... tinha lá o seu charme. Às vezes, até demais.
Karina disse que fizera uma ponta (não sei se uma puta) no filme Rio 40 graus, de Nelson Pereira dos Santos. Pelo jeito mignon, lembrava outra sirigaita, Bouboulina, vivida por Lila Kedrova noutro filme, Zorba, o grego. Eu falava essas coisas e ela soltava gargalhadas cacarejantes, feito a grega Melina Mercouri, que, em filmes, mostrou que sabia rir como puta de verdade. E puta de verdade tem que ser de zona, mesmo, putinha de barzin não tá com nada. Para fazê-las rir, basta chamá-las de “senhora”. É tiro e queda.
E vieram outras zonas, a Casa Branca (streap-tease lá uma noite, a cidade ficou vazia de homens, houve até kombis de aluguel) e a Casa Rosa. Nesta, iniciei um sobrinho e foi o último bordel que freqüentei. Mais divertido quando estive lá com Luiz Linhares, o ator. Ainda no carro, quatro “bacantes” se acercaram dele e o carregaram, na maior galinhagem.
Corri outras casas também no Rio, em Recife e, em Paris, entrei sem saber na Rue Saint-Denis. Estreita, prédios decadentes, em cada prédio, um rendez-vous. Aquela atmosfera do filme Irma, la douce, cuja ação se passa naquela zona. E piranhas a dar com o pau, em sentido sim e não figurado. Passei batido. Sozinho, com meus poucos vinténs, passagem e documentos atados à altura das virilhas, sob as calças, seria uma sopa me assaltarem.
A última história divertida de zona que ouvi aconteceu aqui perto, não faz muito tempo. Um rapazinho, virgem, foi lá e a mulher exigiu camisinha. E ele, todo acanhado, se explicou:

- Ah, dona, eu num mexo cum esse trem, não.

Ela tinha, mas ele não sabia como colocar, pelo que ela lhe uma mãozinha. Porém, logo que lhe tocou nas partes, o vulcão dele entrou em erupção, ou seja, gozou só no toque e não quis pagar, alegando que nada fizera. Ela chamou o cafetão, foi um auê. Deixasse correr, para não traumatizar o coitadinho logo em sua noite de estréia. E para não perdê-lo.
Empresários da noite bem que tentam instalar outras zonas em Cataguases, sem sucesso, sinal de que nossas mulheres evoluíram. Bordel virou motel. Astolfo Dutra, cidade bem menor, aqui perto, terra de Luiz Linhares, tem o melhor nome de zona que já vi, “Recanto da Mandioca”. Fecha, abre, abre, fecha, feito pernas de puta, mas não acaba de vez.
E não posso encerrar esse papo sem lembrar Adelaide, que se casou e teve um filho, pastor de almas. Enviuvou-se e voltou a morar com Suely, tendo-se tornado duas piedosas senhoras evangélicas, cuja inimputabilidade está acima de qualquer suspeita.


(*) Botelho Pinto, 61,mineiro de Cataguases,
velho habitué dos puteiros da vida.


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Ontem lá no Bar do João, em Santa Lúcia, Vitória (ES), serpentário
de professores, jornalistas, intelectuais e demais mentirosos da área,
Tebinha, lavador de carros numa faculdade nos arredores do estabelecimento,
onde tem mesa cativa, perguntado se acreditava ou não no presiMENTE Lulla, sapecou:

- Lulla não gosta de contar vantagens, mas uma coisa ele afirma:
o seu primeiro reinado foi tão maravilhoso quanto a de qualquer outro mentiroso.



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SEUS POBREMAS SE ACABARAM-SE !!!

CHEGOU O NOVO CARTAO DE CRÉDITO DO GALO...

O ÚNICO CARTAO DE CRÉDITO DO BRASIL
QUE NÃO VENCE NUNCA E NÃO TEM LIMITES!!!

- NÃO VENCE NA COPA DO BRASIL
- NÃO VENCE NO CAMPEONATO MINEIRO
- NÃO VENCE NO BRASILEIRÃO.
- NÃO VENCE, DIGO, NÃO DISPUTA A LIBERTADORES.










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* - Ratos não vomitam.
* - Os ursos polares são canhotos.
* - Você pisca aproximadamente 25 mil vezes por dia.
* - Os russos atendem ao telefone dizendo :“Estou ouvindo“.
* - Ninguém consegue lamber seu próprio cotovelo.
* - O Oceano Atlântico é mais salgado que o Pacífico.
* - O elefante é o único animal com quatro joelhos.
* - A cada ano, 98% dos átomos do seu corpo são substituídos.
* - Rir durante o dia faz com que você durma melhor a noite.
* - 15% das mulheres americanas mandam flores para si
mesmas no Dia dos Namorados.
* - Seu cabelo cresce mais rápido a noite, e você perde em
media 100 fios por dia.
* - A barata consegue sobreviver por nove dias sem a cabeça
antes de morrer de fome.
* - 75% das pessoas que leram essas 13 coisas,
tentaram lamber o próprio cotovelo!


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Um estudo recente conduzido por uma Universidade Federal mostrou que
cada brasileiro caminha, na média 1.440 km por ano.

Outro estudo feito pela Associação Médica Brasileira mostrou que na
media o brasileiro toma 86 litros de cerveja por ano.

Isso significa que na media, o brasileiro faz 16,7 km por litro.

Isso me deixa muito orgulhoso de ser brasileiro!!!








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Quinta-feira, Maio 29, 2008





No vídeo, a extraordinária balada
"Portrait of Jenny" , com

Joe Lovano – sax tenor
Kenny Werner - piano
Scott Lee - baixo
Jeff Williams – bateria

Festival de Montreux, em 1994 *


(*) Acir Vidal, editor do blog.


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- Com essa dupla, é preciso crer pra ver. *


(*) Fumaça, biriteiro/filósofo da Praia do Canto - Vitória - ES.


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... enquanto o padre ainda estiver no ar !!!



(*) Immo Martin, de Balneário Camboriú,
na bela e Santa Catarina.


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FUTEBOL DE A à Z !!!




O Joinville Esporte Clube - JEC - da maior cidade de Santa Catarina,
e que lhe empresta o nome, está numa sinuca de bico.
Sem participação nas séries A, B e C, precisa ser campeão de uma tal
Copa SC, no segundo semestre de 2008, para poder disputar a série D, em 2009.
Como eu acho que não vai dar, aqui vai a dica:
- Que tal a diretoria do JEC propor a criação da Série E, ficando com uma
vaga garantida, pela idéia?
Se mesmo assim não der certo... aí F* !!!

Fui!!!... saber como anda o nosso Moleque Travesso, aqui da terrinha!


(*) Curt Nees, 61, publicitário, despachando de Jaraguá do Sul,
na bela e Santa Catarina. - curt.nees@gmail.com

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Uns gritavam:
- Tira o Cuca!

Outros retrucavam:
- Deixa o Cuca aí!








E a torcida gritava:

- Perdedores vascaínos, uni-vos!
Nada tendes a perder senão os vossos salários.












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Entreouvido lá pelas bandas de Campos dos Goytacazes - RJ :

- Algema já tenho, o que me falta é a chave.


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( José Augusto Carvalho )


No calendário de Rômulo, o primeiro rei de Roma e seu fundador, o ano começava em março e tinha dez meses, cujos nomes primitivos eram Martius (em homenagem ao deus da guerra, Marte), Aprilis (nome relacionado a Apros ou Afros, designativo de Afrodite, nome grego da deusa Vênus, a quem abril era dedicado, ou ao sânscrito áparah, que significa “posterior” , da mesma raiz do gótico afar ou aftra, que significa “depois” ; Aprilis era o nome de um dos espíritos que seguiam o carro de Marte), Majus (em homenagem à deusa Maia, uma das Atlântidas, amada de Júpiter e mãe de Mercúrio), Junius (em homenagem à deusa Juno, equivalente à deusa Hera dos gregos), Quintilis, Sextilis, September, October, November e December. A relação de aprilis com aperire (abrir) surgiu posteriormente, na vigência do calendário de Numa Pompílio, por ser abril o mês da primavera, em que “todas as coisas se abrem”.

Numa Pompílio (circa 715-circa 672 a.C.), sucessor de Rômulo, querendo igualar a contagem do tempo romano à dos gregos e fenícios, reformou o calendário de Rômulo, instituindo os meses de Januarius (em homenagem ao deus Janus, protetor dos lares) e Februarius, do latim februus, adjetivo de primeira classe que significa “o que purifica, purificador”. Februus tornou-se o nome de um deus infernal. No mês de fevereiro, realizavam-se cerimônias de purificação, como sacrifícios expiatórios e os ritos de purificação chamados “lupercálias”. O nome “Luperca” designa a loba, que amamentou os gêmeos Rômulo e Remo na gruta chamada Lupercal. Na realidade “lupus”, lobo, em latim, primitivamente, não tinha feminino. A loba-animal era “lupus femina”. “Lupa” designava a cortesã, daí o nome “lupanar” para designar o prostíbulo. A “lupa” que amamentou os gêmeos era, na verdade, uma cortesã chamada Aca Laurentia ou Laurentina. Os sacerdotes romanos é que “purificaram” a origem de Roma atribuindo à loba-animal a amamentação dos gêmeos que fundaram a cidade. As lupercálias eram festas em homenagem a , realizadas no dia 15 de fevereiro, em que jovens saíam nus da gruta Lupercália flagelando os transeuntes com um cinto de pele de cabra chamado também lupercal, considerado capaz de eliminar a esterilidade e provocar partos felizes. Lupercus se teria originado da justaposição de lupus (lobo) com hircus (bode), mas, como era outro nome de Pã, deus dos pastores e dos rebanhos, presume-se que lupercus signifique também “o que afasta o lobo”.

Os meses Quintilis e Sextilis foram rebatizados com os nomes de julho e agosto, em homenagem aos dois primeiros dos doze césares: Julius (Júlio César) e Augustus. Para que julho e agosto tivessem o mesmo número de dias, subtraíram-se dois dias do mês de fevereiro. Repare-se que as festas de junho são juninas (de Juno), mas as festas de julho são julianas (de Júlio), e não “julhinas” ou “julinas”, nomes que não existem.

Nas modificações efetuadas por Numa Pompílio no calendário de Rômulo, o ano civil tinha um erro de dez dias em relação ao ano solar, por isso ele tentou corrigir o erro acrescentando um período de dez dias entre 23 e 24 de fevereiro. Mas essa solução trouxe tantos problemas que, em 44 a.C., Júlio César resolveu modificar novamente o calendário, dando ao ano a duração de 12 meses ou 365 dias, de acordo com o calendário egípcio. Foi um astrônomo de Alexandria, chamado Sosígenes, que descobriu que o ano civil tinha seis horas menos que o ano solar. Assim, Roma instituiu que a cada quatro anos seria acrescentado um dia em fevereiro. O dia 24 de fevereiro era chamado “sexto das calendas” (calendas era o nome do primeiro dia de cada mês). O dia adicional era acrescentado após o dia 24 de fevereiro, com a mesma numeração, e não, como hoje fazemos, ao final do mês. Havia portanto dois sextos (=bissexto) das calendas. Essa é a origem do nome “ano bissexto”.





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Um professor perguntou a um dos seus alunos do curso de Direito:
- Se você quiser dar a Epaminondas uma laranja, o que deverá dizer?
O estudante respondeu: - Aqui está, Epaminondas, uma laranja para você.
O professor gritou, furioso: - Não! não! Pense como um Profissional do Direito!
O estudante respondeu: - Ok, então eu diria:
Eu, por meio desta, dou e concedo a você, Epaminondas de tal, CPF e RG
nºs., e somente a você, a propriedade plena e exclusiva, inclusive benefícios
futuros, direitos, reivindicações e outras dicações, títulos, obrigações
e vantagens no que concerne à fruta denominada laranja em questão, juntamente
com sua casca, sumo, polpa e sementes, transferindo-lhe todos os direitos
e vantagens necessários para espremer, morder, cortar, congelar, triturar,
descascar com a utilização de quaisquer objetos e, de outra forma, comer,
tomar ou, de qualquer forma, ingerir a referida laranja, ou cedê-la com ou
sem casca, sumo, polpa ou sementes, e qualquer decisão contrária, passada
ou futura, em qualquer petição, ou petições, ou em instrumentos de qualquer
natureza ou tipo, fica assim sem nenhum efeito no mundo cítrico e jurídico,
valendo este ato entre as partes, seus herdeiros e sucessores, em caráter
irrevogável e irretratável, declarando Paulo que o aceita em todos os seus
termos e conhece perfeitamente o sabor da laranja, não se aplicando ao caso
o disposto no Código do Consumidor.

E o professor então comentou:
- Melhorou bastante, mas não seja tão sucinto...



(*) Manoel Carlos, do obrigatório:
http://www.agrestino.blogger.com.br/


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Quarta-feira, Maio 28, 2008








Na radiola, Forró de Itaúnas,
de Paulo Sodré & Fabiano Araújo com

Paulo Sodré - baixo/arranjo
Gilson Peranzzetta - piano/acordeom
Mauro Senise - flautas
Bruno Mangueira - guitarra
Edu Szajnbrum - bateria

Gravada no Rio, em agosto de 2007 *


(*) Acir Vidal, editor do blog.


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- Diz-me com quem andas e dir-ti-ei quem és. Pois é:
- Judas andava com Cristo. E Cristo andava com Judas. *


(*) Millôr Fernandes.


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A pena de morte foi aprovada no Brasil e dois homens
condenados à cadeira elétrica foram levados no mesmo
dia à sala de execução. O padre lhes deu a extrema unção,
o carcereiro fez o discurso formal, e uma prece final foi rezada
pelos participantes.
O carrasco, voltando-se ao primeiro homem, perguntou:
- Filho, você tem um último pedido?
- Tenho. Como eu adoro pagode, gostaria de ouvir o CD dos Travessos,
Negritude Jr, Karametade, Katinguelê, Os Morenos e o do Belo pela
última vez antes de morrer, e se for possível o CD do É o Tchan e Ki-Loucura.
O carrasco virou para o segundo condenado e perguntou:
- E você, qual seu último pedido?
- Posso morrer primeiro???




Ontem lá no Jazz Café, Praia do Canto, Vitória - ES,
depois do maravilhoso show do guitarrista Zé Moreira,
fui ao banheiro. E vejam o que rolou por lá, no vídeo abaixo:





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- Quando chegar a hora dos pobres herdarem o Reino dos Céus,
os impostos federais ficarão com mais da metade. *


(*) Fumaça, biriteiro/filósofo da Praia do Canto - Vitória - ES.







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Ainda há pessoas que acha que o trânsito de São Paulo
tem solução! Devem ser as mesmas pessoas que fizeram
o planejamento do trânsito nas locais abaixo!










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Se você é feio, pobre, burro, petista (pleonasmo!) , e
mesmo assim tem um monte de mulher dando em
cima de você, só tem uma explicação:

- Você mora embaixo de um puteiro.








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( Dê um Ctrl "F5" aqui e
caia no samba também )




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Eu fiquei assim também!!!










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Terça-feira, Maio 27, 2008







Na radiola, Roda D’água,
de Zé Moreira, com

Zé Moreira – voz/violão/arranjo
Tambores/Coro – Zé Moreira/Jonatha Silva/
Danilo Diniz/Kako Dinelli/Bacha

Casaca – Bacha e Zé Antônio
Apito – Bacha

Gravada em Vitória – ES em agosto de 2000.

Programação obrigatória e imperdível hoje em Vitória - ES:
Zé Moreira (guitarra), Eliel (baixo) e Joãozinho Gomes (bateria),
na mais charmosa casa noturna capixaba: Jazz Café, na Praia do Canto,
a partir da 20h.







Estarei lá bebemorando a Parte II do meu niver.
Como diz o meu amigo, Curt Nees:

- Fui!!! *


(*) Acir Vidal, editor do blog.


Sapeca aqui:







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- Os pessimistas dizem que este governo é um saco de gatos.
Os pessimistas dizem que é um saco de ratos. *



(*) Fumaça, biriteiro/filósofo da Praia do Canto - Vitória - ES.







Sapeca aqui:














* - Pacto de Varsóvia ataca Galinha de Angola.
* - Rússia abandona Cortina de Ferro e compra persiana colombiana.
* - Suicídio em massa: garoto italiano come macarrão até morrer.
* - Na Praça da Sé, menor assassino. Depois come o sino com legumes.
* - Japonês diabético morre ao chupar trem-bala.
* - Depois do transplante de córnea, John Fritz Ganko é corneado com sucesso.
* - Vazamento de gás na Índia deixa fogão com ciúmes.
* - Metalúrgicos do ABC paralisam suas atividades por causa da câimbra.
* - Submarino português explode em pleno vôo.

Sapeca aqui:







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Sapeca aqui:







Tem alguns caras que acham que os homens sentem
mais tesão que as mulheres, que elas precisam de muito
carinho, amor e paparicagem para se sentirem excitadas.
Mas como bem sabemos, mulheres são misteriosas e podem
sentir prazer na hora e locais menos esperados. Vejam abaixo:













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Aconteceu de verdade na rádio TUPI FM 104,1, em São Paulo:

Locutor: - Quem fala?

Ouvinte: - É o Vicente.

Locutor: - De onde, Vicente?

Ouvinte: - Lapa!

Locutor: - Olha aí, Vicente, da Lapa! Valendo o kit com camiseta e CD do Edson e
Hudson.
Presta atenção! Qual é o país que tem duas sílabas e se come a metade?
Prestou Bem atenção? Há um país com duas sílabas e uma delas é muito bom para se comer.
Dez segundos para responder.

Ouvinte: - CUBA!

Locutor: (mudo por alguns segundos e algumas risadas no fundo) Tá certo, senhor
Vicente! Vai levar o prêmio pela criatividade. Mas aqui na minha ficha estava escrito
JAPÃO…


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Um empresário de sucesso chega para sua esposa,
que é psicóloga, e diz:

- Querida, recebi uma intimação da Receita Federal.
Caí na Malha Fina. Você acha que devo comparecer
à audiência com o fiscal de jeans ou terno e gravata?

- Querido, vou dizer a mesma coisa que minha mãe me
disse quando perguntei a ela, se na noite de nossas núpcias
eu deveria usar uma calcinha de rendas ou uma calcinha de seda.

- E o que foi que tua mãe disse?

- Tanto faz... Ele vai te foder de qualquer jeito!!!


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Um guarda-noturno trabalhava numa empresa especializada em lapidação de
diamantes. Uma manhã ele contou a seu chefe um sonho que tivera na noite
anterior. Disse que o avião que ele viajaria com destino à Rússia sofreria um
acidente e, em conseqüência, todos os passageiros morreriam. Seu chefe,
jovem executivo, dinâmico e empreendedor, tinha verdadeiro pânico de aviões.
Assustado com a informação do empregado, decidiu cancelar o vôo. Três dias
mais tarde, leu nas manchetes dos principais jornais que aquele avião caíra no
mar e, até o momento, não havia notícias de sobreviventes...! Imediatamente
chamou o guarda-noturno, mostrou a notícia do jornal, agradeceu efusivamente
pelo aviso que lhe salvara a vida e, a seguir, sem nenhuma explicação, despediu-o
da companhia. O guarda não compreendeu porque tinha sido despedido depois
de salvar a vida do seu chefe.

Pergunta:

- Por que o guarda foi mandado embora?

Não leia a resposta abaixo...

Pense um pouco...




Resposta:

O empregado era guarda-noturno. Se teve um sonho à noite,
é porque estava dormindo em serviço...!


Conclusão:

Chefe é chefe... Por melhor que você seja e por mais que você faça,
você nunca agrada.

Então, DEIXE O CHEFE MORRER...

Mal-agradecido!





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"Se preparem, pois na última semana junho, primeira de julho,
o Brasil sofrerá uma tremenda enxurrada de ratos."


Confesso que não entendi a mensagem, mas como veio da Mãe Dinah...
Alguém arrisca um palpite? Sapeque!!!

Fui!!!... preparar a ratoeira !!!


(*) Curt Nees, 61, publicitário, despachando de Jaraguá do Sul,
na bela e Santa Catarina. - curt.nees@gmail.com


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Segunda-feira, Maio 26, 2008



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Você é um cara SUPIMPA !!
Parabéns e 1grandabraço...................róq *



(*) Roque Sponholz, chargista/caricaturista/editorialista do blog.









Na radiola, Autumn in New York, com

Erin McDougald - vocal
Frank Parker Jr. - bateria
Pete Benson - piano
Doug Hayes - baixo

Gravada em Nova York, em 2004 . *


(*) Acir Vidal, editor do blog.


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A imagem - Le dilemme, de Gilberto Garcin,
eu capturei lá no obrigatório
http://mataador.blogspot.com/
da minha amiga Shirlei Horta, sempre muito generosa comigo. *


(*) Acir Vidal, editor do blog.


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Acaba de nascer minha linda sobrinha Tarumim, parto normal feito em casa com assistência do médico da família, que foi a Barcelona especialmente para isso. Tarumim é meio brasileira, meio espanhola, e seu nome, de origem tupi-guarani, significa mãe das águas doces. Só conheço Tarumim por fotografia, mas me confesso encantada com essa espanholinha que se agrega à minha família. E como não consegui escrever ainda nenhum verso ou compor uma melodia à sua altura, dedico-lhe o belo CD “Maré” que Adriana Calcanhotto acaba de lançar.

Oitavo álbum de Adriana Calcanhotto, “Maré” e indiscutivelmente o melhor deles - obra de uma artista amadurecida que domina plenamente as artimanhas do universo sonoro e poético. Aqui a cantora/compositora retoma o mar como tema, elemento central da trilogia iniciada em “Marítmo” (1998). Gaúcha de nascimento e carioca por apaixonada adoção, Calcanhotto jamais se esquece de cantar seu amor e espanto pelo Rio de Janeiro: “Pelo Pepê/ Pelo copa/ Pela costeira/ Pelo recorte do mapa/ Pela restinga/ Pela praia/ Até marambaia/ Até onde vai a vista/ No posto nove/ A onda revolta/ devolve o surfista”.

O conceito visual do encarte do CD é clean, de acordo com a estética minimalista da artista: “Gosto de reduzir, chegar à essência”. Sobre o fundo azul marinho se sobrepõem as letras brancas e várias fotos de Calcanhotto em movimento. Com um vestido longo e muito largo ela insinua as ondulações do mar. Os pés, também muito brancos, em close, pisam firmes na areia e o azul mancha seus dedos. Seu rosto em destaque na capa faz referência a Tétis, divindade que desponta do oceano. “Maré” é uma saudação às mulheres do mar: Iemanjá, Calipso e Tétis. Todas essas mulheres são, na verdade, Adriana Calcanhotto.

No CD, o mar é matéria para a imaginação que expressa ritmo-movimento, ritmo-imagem, ritmo-poesia. O mar transcende a função de simples cenário e sua amplitude metafórica revela o leitmotiv principal, que é a vida. Em fluxos de desejo, amor, melancolia, inquietude e prazer as águas de “Maré” são uma inundação de lirismo.

Para Calcanhotto, palavra puxa música. Neste álbum dedicado ao falecido poeta Waly Salomão, um de seus mais importantes interlocutores e também parceiros, ela faz da poesia o fio condutor de suas linhas melódicas. Figuram lado a lado Antônio Cícero, Augusto de Campos, Ferreira Gullar, Arnaldo Antunes, Torquato Neto, Dorival Caymmi e Caetano Veloso.

“Maré” , canção que abre e nomeia o CD, introduz o tema “mar” como linguagem poética. Mar repleto de nuances cromáticas e movimentos imprevistos. A música de Moreno Veloso dá ênfase à sinuosidade dos cellos, que imprimem corpo mais acentuado ao violão propositadamente monocórdico de Calcanhotto: “Mais uma vez/ Vem o mar/ Se dar/ Como imagem/ Passagem/ Do árido à miragem/ Sendo salgado/ Gelado/ Ou azul/ Será só linguagem”.

A compositora costuma trabalhar com o mesmo elenco de músicos, o que lhe possibilita vôos sempre mais altos e seguros, num pacto de fidelidade que se estabelece em diversas instâncias - nos cenários, na direção artística e nos parceiros musicais. “Maré” foi sendo construído na base de diálogos: criações, re-criações, transformações. Em entrevista concedida ao poeta e professor Eucanaã Ferraz ela diz: “Gosto do aprofundamento das relações com meus colaboradores, acho que a contribuição deles é que me interessa, não o compromisso com a fidelidade, embora eu seja fidelíssima, por convicção. Muitas vezes demoro pra decidir chamar alguém exatamente porque pretendo diálogos reais e enriquecedores e jamais chamaria alguém só por amizade, inércia ou qualquer outro motivo externo às motivações do projeto em questão. Aprendo muito com essas pessoas todas, cada vez mais, não vejo motivo para não estar com elas. São elas mesmas, muitas vezes, que trazem novos nomes para o círculo de colaboração. Nesse sentido, em “Maré” acho que consegui me repetir como nunca”.
“Teu nome mais secreto” é a derradeira canção da parceria Calcanhotto/Salomão. Composição que demorou a ser concluída, pois o letrista em sua verborragia barroco-baiana insistia em enxertar cada vez mais versos numa progressão infinita: “Eu não conseguia formatar a música porque a letra crescia como se não houvesse amanhã”. Essa canção é composta por contrastes que fortalecem o estilo hermético de Waly. A música é densa, os desejos eróticos são expressos nas palavras e no arranjo que trabalha os movimentos de contenção e distensão. O violão de Jards Macalé, resgatado dos velhos tempos do “Transa” , transmite uma sonoridade única: “Só meu sangue sabe tua seiva e senha/ e irriga as margens cegas/ de tuas elétricas ribeiras/ sendas de tuas grutas ignotas/ Não sei, não sei mais nada/ Só sei que canto de sede dos teus lábios”.

O baixista Dé Palmeira é figura onipresente em quase todos os discos da artista, não somente como músico, mas também como compositor e parceiro intelectual. Em “Maré” surgem duas composições dele, “Seu pensamento” e “Mulher sem razão” , esta última composta em trio com Bebel Gilberto e Cazuza. “Mulher sem razão” passou praticamente despercebida no disco “Burguesia” , o último da carreira de Cazuza. Considero esta a melhor música de “Maré” , impecável em sua letra, arranjo e interpretação.

“Mulher sem razão” é uma das canções que revela o quanto Calcanhotto está cantando bem, cada vez mais afinada. Sua voz pequena, sem grande extensão, é muito bem colocada e sua interpretação soa leve, límpida e sem o mínimo esforço vocal. A marca do canto de Calcanhotto é a pureza absoluta, voz sem vibratos e recursos artificiais. Ela parece cantar descompromissadamente, sem microfone, sem estúdio, sem palco.

O mar resplandece em gotas cristalinas em “Sargaço mar” , belíssima composição de Dorival Caymmi. Em “Maritmo” a artista abriu o diálogo com Caymmi ao interpretar junto com ele “Quem vem pra beira do mar”. Calcanhotto elege Caymmi, pois este fala a sua linguagem, a da poesia pura, sem excessos. “Sargaço mar” traz apenas a voz da cantora e o violão de Gilberto Gil que, como a voz de Caymmi, é de uma doçura grave e serena: “Quando se for/ Esse fim de som/ Doida canção/ Que não fui eu que fiz/ Verde luz verde cor/ De arrebentação/ Sargaço mar/ Sargaço ar/ Deusa de amor, deusa do mar/ Vou me atirar, beber o mar/ Alucinado, desesperar/ Querer morrer para viver/ Com Iemanjá, Iemanjá Odoiá”.

“Onde andarás” , pérola da parceria Caetano Veloso/Ferreira Gullar, é resgatada por Calcanhotto numa interpretação que vai na contramão do tom irônico registrado por Caetano na antiga gravação: “Eu achava que, com as imitações de Orlando Silva e Nelson Gonçalves, Caetano imprimia um certo distanciamento da pungência desbragada do poema – que eu pretendia encarar”. Os agudos da voz da cantora dão colorido à seiva poética dos versos de Gullar e o “mar” figura novamente no cenário idílico do Rio de Janeiro: “Onde andarás nesta tarde vazia/ Tão clara e sem fim/Enquanto o mar bate azul em Ipanema/ Em que bar, em que cinema/ Te esqueces de mim”.

Tarumim é a mãe das águas doces e, no entanto, lhe dediquei um disco com mulheres de águas salgadas. Tarumim, menina sereia, semente de vida: que o canto de Tétis embale seus sonhos.



(*) Daniela Aragão, cantora, mestra e doutoranda em Literatura,
é mineira de Juiz de Fora.


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Toda sexta, às 20h, um português chegava a um bar e pedia
três cervejas ao mesmo tempo. Tomava a primeira, a segunda
e a terceira, pagava a conta, levantava e ia embora.
E era sempre assim. Sempre às 20h.
Certa sexta, o garçom, já intrigado com aquilo,
perguntou para o português:
- Desculpe minha curiosidade, mas por que o senhor toma três
cervejas toda sexta no mesmo horário?
E ele respondeu:
- Porque tenho dois irmãos e moramos longe um dos outros.
Assim, toda sexta, às 20h, cada um entra em um bar e pede
três cervejas. Tomamos uma por cada um de nós. É o nosso
modo de manter contato e pensarmos um nos outros...
Uma bela sexta, o português entra no bar e o garçom pergunta:
- Três cervejas como sempre?
- Não. Apenas duas.
O garçom gela! Um dos irmãos dele morreu, pensa ele.
Meio sem jeito, traz as duas cervejas e pergunta:
- Desculpe-me, amigo, mas... sempre são três cervejas.
Aconteceu alguma coisa com algum irmão seu, algum morreu?
E o português:
- Não, estão todos bem... É que eu parei de beber ! !

--
Fui!!!


(*) Curt Nees, 61, publicitário, despachando de Jaraguá do Sul,
na bela e Santa Catarina - curt.nees@gmail.com









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Domingo, Maio 25, 2008







Na radiola, Let The Good Times Roll, com
Ray Charles e Orquestra Count Basie

Joey DeFrancesco – solo de órgão
Mike Williams – solo de trompete

Gravada nos EUA, em 1973. *

(*) Acir Vidal, editor do blog.


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( Dê um Ctrl "F5" aqui e curtam os velhinhos )


Os maiores de 50 têm mais valor do que outro grupo etário :

* Têm prata nos cabelos .
* Ouro nos dentes .
* Pedras nos rins.
* Chumbo nos pés .
* Ferro nas articulações .
* E uma fonte inesgotável de gás natural !

Nunca pensei poder vir a ter tanto valor! *


(*) Acir Vidal, 6.2, amanhã, editor do blog.


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Você - e todos os amigos da minha lista - está convocado a fazer a diferença na próxima eleição. Se o seu prefeito ou vereador for candidato à reeleição em outubro, analise seu comportamento nos últimos quatro anos. se for muito merecedore do seu retorno, cravem seu número no dia da eleição. Caso contrário... DEL NELES!!! E dos candidatos de 'primeira viagem' - em especial ao cargo de vereador - EXIJAM um documento registrado em cartório, com no mínimo duas testemunhas idôneas, com o compromisso de que, se eleitos, cumprirão seu mandato integralmente, não 'voltando' em 2010 para disputar cargos de deputado, prefeito, senador etc. Importante: Assim como eu, reenvie esta mensagem aos seus contatos, e peçam que estes também o façam. Quem sabe todos nós, juntos, possamos começar a virada deste jogo. Vamos espalhar esta mensagem do Xapuri ao Chuí.
CHEGA DE POLITICAGEM. CHEGA DE POLITICA(na)LHA!!!
Um forte abraço e BOM VOTO!!!
Curt

--
Fui!!!




(*) Curt Nees, 61, publicitário, despachando de Jaraguá do Sul,
na bela e Santa Catarina - curt.nees@gmail.com


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São certos detalhes que estragam as suas fotos.


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A repórter Glória Maria, da TV Globo, quando esteve no Afeganistão,
cerca de 10 anos atrás, notou que as mulheres caminhavam sempre
meio metro atrás dos seus maridos.
Voltando lá, recentemente, observou que elas tinham passado a
caminhar pelo menos 5 metros à frente deles.
Interessadíssima nessa mudança de comportamento, a jornalista
imaginou que tal mudança de costumes deveria significar uma grande
vitória feminina.
Aproximou-se de uma das mulheres, e disse deslumbrada:
- O que aconteceu aqui que fez com que se extinguisse aquele
costume absurdo de a mulher caminhar atrás dos maridos e agora
caminham gloriosamente à frente deles?'
E a mulher afegã respondeu:

- Minas terrestres...





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Três paulistas querendo contar vantagem pro mineirim :

1º. paulista: - Eu tenho muito dinheiro... Vou comprar o Citibank!

2º. paulista: - Eu sou muito rico... Comprarei a Fiat Automóveis