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Manual do Usuário
Quinta-feira, Janeiro 31, 2008


02-Wee Dot.mp3




A música na radiola é Wee Dot, de
J. J. Johnson, com

Steve Turre, Robin Eubanks, Joe Alessi,
Steve Davis, Andre Heyward, Douglas Purviance
(trombone);
Stephen Scott, Renee Rosnes (piano);
Peter Washington (baixo);
Victor Lewis (bateria);
Abou M'Boup ( percussão africana).

Gravado em Nova York, em fevereiro de 2003. *


(*) Acir Vidal, editor do blog.






Steve Turre solando com conchas marinhas.



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[ http://www.sponholz.arq.br ]


Ontem lá no Bar do João, em Santa Lúcia, Vitória - ES,
serpentário de professores, jornalistas, intelectuais,
profissionais liberais e demais mentirosos da área,
alguém, muito, muito indignado, sentenciou:

- Sabem por que o crime se organizou?
Porque já não agüentava mais os assaltos
da polícia e do governo.



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Circulando pelas ruas de Curitiba.


(*) Dr. Rubão, advogado, Curitiba - PR.


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Ontem à noite, de passagem por São Paulo, VOSSO GUIA voltou a falar do flagelo do desmatamento da floresta amazônica. O que era “tumor” virou uma simples “coceira. E continuou: “A notícia é uma notícia preocupante. É como se você tivesse uma coceira e você achasse que é uma doença mais grave. Por enquanto, nós temos todas as condições de controlar, de saber quem são as pessoas”, disse o presiMENTE.






Faz tempo que o hábito presidencial do disparate deixou de parecer bizarro para provocar apenas o torpor desdenhoso do tédio. Mas o despropósito lulliano vez e outra ainda causa irritação, pois transtorna as escassas chances de debate público racional, mesmo quando seu governo toma decisões corretas. *


(*) Acir Vidal, editor do blog.


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(*) Rita Almeida Vidal, economista, professora universitária,
é a musa do blog.


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[ http://www.sponholz.arq.br ]


Na esquina da rua onde eu moro * :

- "Nestepaís", há males que vêm pra pior.


(*) Acir Vidal, editor do blog.








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DISCÍPULO:
-Sábio Mestre, poderia me ensinar a diferença entre a pérola e a mulher?

MESTRE:
A diferença, humilde gafanhoto, é que uma pérola pode-se enfiar por
dois lados enquanto numa mulher somente por um lado.

DISCÍPULO ( um tanto confuso ):
Mas Mestre, longe de mim contradizer vossa himalaiana
sabedoria, mas ouvi dizer que certas mulheres
permitem ser enfiadas pelos dois lados!

MESTRE ( com um sorriso ):
Nesse caso, curioso gafanhoto, não se trata de
uma mulher,mas sim de uma pérola.

MEDITEMOS...








(*) Laudelino Marco Silva, do obrigatório:
http://www.resumodaopera.com/


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Quarta-feira, Janeiro 30, 2008


02-Expresso 2222.m...




A música na radiola é Expresso 222,
de Gilberto Gil, com

Marco Pereira – violão
Bororó – baixo
Jurim Moreira – bateria

Gravada no Rio de Janeiro, em fevereiro de 2004. *


(*) Acir Vidal, editor do blog.






Sambadalu, de Marco Pereira, com
Gabriel Grossi (gaita) e Marco Pereira (violão).
Setembro de 2007. *


(*) Acir Vidal, editor do blog.


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E na padaria, perto da minha casa * :

- Você é a favor de colocar na cadeia homens limpos (usam até colarinho branco) e elegantes com José Dirceu, José Genoíno, Roberto Jefferson, ou prefere, como nós, continuar lutando para que sejam presos apenas elementos da pobreza abjeta?


(*) Acir Vidal, editor do blog.






[ http://www.sponholz.arq.br ]



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Desenho estranho em plantação de cana-de-açúcar desperta curiosidade de moradores da região. Para o ufólogo Jorge Neri , esta seria a prova de que ovnis podem ter começado a visitar plantações no Brasil. Um fato curioso foi registrado em um canavial em Riolândia, região de Votuporanga. Em área próxima ao rio Grande, a cana foi amassada e formou um desenho estranho na plantação. Confiram no vídeo.








Um amigo deste blog, lá de Itu - SP, declarou-me que possivelmente essa turma que andou fazendo essas estranhas marcas no canavial de Riolândia, região de Votuporanga, deixou cair uma garfo perto do sítio dele. E como prova, enviou-me esta foto. Por enquanto, tudo é mistério, mas eu acho que tudo procede. Vejam a imagem. *





(*) Acir Vidal, editor do blog.





( Dê um Ctl "F5" aqui para visualizar
a descrença do Padre Quevedo )



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O golpe de 64 teve como um de seus lideres o general Mourão Filho. As tropas de Minas desceram para o Rio de Janeiro sob suas ordens e iniciaram o "movimento revolucionário" que todos conhecem.

O general não conheceu o Lulla, mas, ao que tudo indica, além de seu destemor pessoal, era um profeta.

Vejam o que ele escreveu no iní­cio dos anos 70, do século passado:

- Ponha-se na Presidência qualquer medíocre, louco ou semi-analfabeto e 24 h depois a horda de aduladores estará à sua volta, brandindo o elogio como arma, convencendo-o de que é um gênio político e um grande homem, e de que tudo o que faz está certo.

Em pouco tempo transforma-se um ignorante em um sábio, um louco em um gênio equilibrado, um primário em um estadista. E um homem nessa posição, empunhando as rédeas de um poder praticamente sem limites, embriagado pela bajulação, transforma-se num monstro perigoso.

[ Fonte: MOURÃO FILHO, Olympio. Memórias:
A verdade de um revolucionário. Porto Alegre, L&PM, 1978. ]


(*) Laudelino Marcos Silva, do obrigatório:
http://www.resumodaopera.com/






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Situado na costa de Zadar, uma cidade da Croácia,
encontramos o Órgão do Mar, degraus cravados em rochas
que têm em seu interior um interessante sistema de tubulações que,
quando empurradas pelos movimentos do mar, forçam o ar e,
dependendo do tamanho e velocidade da onda, criam notas musicais,
sons aleatórios.



Criado em 2005 e ganhador do prêmio europeu para espaços públicos
(European Prize for Urban Public Space), o Órgão do Mar
recebe turistas de várias partes do mundo que
vêm escutar uma música original que traz muita paz.
O lugar também é conhecido por oferecer um belo pôr-do-sol,
o que agrada ainda mais as pessoas que visitam a localidade.
Zadar é uma bela cidade litorânea da Croácia
e foi duramente castigada durante a 2º Guerra Mundial.
A criação do Órgão é também uma iniciativa para devolver
um pouco do que o lugar perdeu com tanta destruição e sofrimento.
Veja a estrutura interna das 'escadas'.
O detalhamento das cordas e notas musicais
que somadas a energia das ondas criam sons.






As lacunas no concreto servem para o Órgão 'respirar'
e também para levar os sons criados nas tubulações.






(*) Francisco Marcelo Cabral, poeta, mineiro de Cataguases,
radicado no Rio de Janeiro.



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( Zé Moreira (guitarra), Joãozinho (bateria) e Kako (baixo).

( Silvana, esposa do Zé Moreira, apagando mais uma velinha )

( De preto, Rita Almeida Vidal, a musa do blog, e amigas )

( O locutor que vos tecla, Dani e a neta, no colo )

Ontem no Bar Caiana, em Jardim Camburi, comemoramos
o aniversário da Silvana, esposa do grande guitarrista Zé Moreira,
que fez com o seu trio mais um belíssimo show no local.
Com a casa totalmente lotada, foi uma noitada e tanto. *


(*) Acir Vidal, editor do blog.


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Terça-feira, Janeiro 29, 2008


06-paolo_fresu_5et...




A música na radiola é Nightly on Blue Note,
de Paolo Fresu, com

Paolo Fresu (trompete);
Roberto Cipelli (teclados);
Attilio Zanchi (baixo);
Ettore Fioravanti (bateria);
Tino Tracanna (sax tenor)

Gravado na Itália, em junho/2007. *


(*) Acir Vidal, editor do blog.






Summertime da "Porgy and Bess",
de G.Gershwin - Arranjo de Gil Evans.
Teatro Verdi, Sassari - Itália - 23/12/1999.

Orchestra Jazz della Sardegna
Regente: G.A.Frassetto
Paolo Fresu: trompete - solista
Aldo Nicolicchia, PierLuigi Bussu: flauta
Gianpiero Carta, Teodoro Ruzzettu: clarinette
Dante Casu: clarinete baixo
Massimo Carboni: sax alto
Emilio Soana, Raffaele Polcino, Luca Uras, Pietro Pilo: trompa
Gavino Mele, Roberto Mura, Roberto Chelo: corni
Salvatore Moraccini, Emiliano Desole, Mauro Sanna: trombone
Maurizio Ligas: trombone baixo
Emiliano Isola: tuba
Alessandro Zolo: baixo
Luca Piana: bateria *


(*) Acir Vidal, editor do blog.


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Ontem lá no Bar do João, em Santa Lúcia, Vitória - ES,
serpentário de professores, jornalistas, intelectuais,
profissionais liberais e demais mentirosos da área,
alguém comentou sobre essa porca-vergonha que
são os tais "cartões corporativos" :

- Nenhum desses ministros tem um itinerário.
O que eles gostam mesmo é de ficar no volante.



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- Quem é a maior anta da política brasileira? *


(*) Acir Vidal, editor do blog.









(*) Acir Vidal, editor do blog.


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- Estamos ou não preparados para a Copa de 2014? *


(*) Acir Vidal, editor do blog.


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Essa, para mim, foi a melhor e mais bem
bolada estátua humana de rua de todos
os tempos. No Rio, Recife, Florianópolis,
etc., têm várias estátuas humanas, mas
nenhuma tão sensacional quanto essa.
Para ela, eu daria R$10,00, sem pestanejar.


(*) Mário Blanck, engenheiro civil,
Leblon, Rio de Janeiro.


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Na padaria, perto da minha casa * :

- O presiMENTE Lu//a mente até quando está sozinho.


(*) Acir Vidal, editor do blog.


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É só entrar no

http://www.qtrax.com/index.html

e baixar o programa.

Site vai oferecer mais de 25 milhões de músicas gratuitas.

BBC Brasil
.


(*) Laudelino Marcos Silva, do obrigatório:
http://www.resumodaopera.com/


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(*) Filmado e enviado por Marcelo Lopes,
jornalista, mineiro de Cataguases.


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Segunda-feira, Janeiro 28, 2008



[ http://www.sponholz.arq.br ]


Monteiro Lobato escreveu em três semanas, no ano de 1926, antes de sua partida para os Estados Unidos, "O Presidente Negro ou O Choque das Raças". (Editora Brasiliense). Em síntese, previa ele que a disputa presidencial norte-americana se daria entre três forças: As mulheres, os brancos e os negros. Além da emancipação feminista, algumas de sua previsões já se concretizaram, como a destruição da pigmentação (lembrei-me do Michael Jackson): "....visto como esse negro de raça puríssima, sem uma só gora de sangue branco nas veias, era, apesar de ter o cabelo carapinha, horrivelmente esbranquiçado." (pág.218). A urna eletrônica e até mesmo a internet: "Os eleitores não saiam de casa - radiavam simplesmente os seus votos com destino à estação central receptora de Washington. Um aparelho engenhosíssimo os recebia e apurava automática e instantaneamente, imprimindo os totais definitivos na fachada do Capitólio. De há muito se haviam eliminado as hipóteses de fraude, não só porque a seleção elevara fortemente o nível moral do povo, como ainda porque a mecanização dos trâmites entregava todo o processo eleitoral às ondas hertzianas e à eletricidade, elementos estranhos à política e da mais perfeita incorruptibilidade. Não só os habitantes de Washington gozavam do privilégio de ler no Capitólio os números decisivos. O resto da população americana também os lia e na mesma hora, mas em suas próprias casas." (pág.243). Outras previsões: A esterilização em massa, o controle de natalidade pelo estado, etc. O momento é mais que propício à leitura (ou releitura).

1grandabraço em todos.....................Roque *


(*) Roque Sponholz, chargista/caricaturista/editorialista do blog.


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(*) Acir Vidal, editor do blog.


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- Estamos ou não preparados para a Copa de 2014? *


(*) Acir Vidal, editor do blog.


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Lulla tem uma crise cardíaca e morre!
Claro que ele aparece no Inferno onde o Diabo o aguardava.
O Diabo diz a ele:
- Nem sei o que fazer com você. Evidente que você está na minha
lista, porém não tenho mais lugar livre! Depois de refletir por alguns
minutos ele diz:
- Já sei o que vou fazer: tenho aqui três pessoas que não são
tão ruins quanto você. Vou mandar uma delas pro Purgatório
e você deverá ficar no lugar dela. Até vou lhe fazer um favor:
você poderá escolher a quem você deve substituir!
Lulla acha até que a proposta não está tão ruim quanto ele
esperava e concorda. O Diabo abre a primeira porta.
Lá dentro está o Collor numa piscina na qual ele nada sem parar,
mas quando se aproxima da borda, a borda recua e Collor continua
a nadar, nadar e nadar...
- Não, diz Lulla.Sinto que não vou me dar bem: sou mau nadador
e acho que não conseguiria fazer isso o dia todo!
O Diabo o leva ao segundo compartimento. José Dirceu está lá,
com uma marreta enorme quebrando pedaços de uma pedra gigante.
- Não, diz Lulla. Tenho um tremendo problema com trabalho e seria
uma agonia perpétua se eu tivesse que trabalhar duro o tempo todo!
O Diabo abre a terceira porta. Lá dentro está Renan Calheiros deitado,
nu, numa cama, com pés e mãos amarrados. Debruçada sobre ele,
Mônica Veloso faz o que ela melhor sabe fazer na vida: sexo oral!
Lulla olha para aquela cena incrível durante um momento e diz:
- OK, fico com esse castigo!
O Diabo sorri, e diz:
- OK, Mônica, pode ir para o Purgatório.


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A necessidade brasileira de esquecer os problemas agudos do país, difíceis de encarar, ou pelo menos de suavizá-los com uma cota de despreocupação e alegria, fez com que o futebol se tornasse a felicidade do povo. Pobres e ricos param de pensar para se encantar com ele. E os grandes jogadores convertem-se numa espécie de irmãos da gente, que detestamos ou amamos na medida em que nos frustram ou nos proporcionam o prazer de um espetáculo de 90 minutos, prolongado indefinidamente nas conversas e mesmo na solidão da lembrança. Mané Garrincha foi um desses ídolos providenciais com que o acaso veio ao encontro das massas populares e até dos figurões responsáveis periódicos pela sorte do Brasil, ofertando-lhes o jogador que contrariava todos os princípios sacramentais do jogo, e que, no entanto, alcançava os mais deliciosos resultados. Não seria mesmo uma indicação de que o país, despreparado para o destino glorioso que ambicionamos, também conseguiria vencer suas limitações e deficiências e chegar ao ponto de grandeza que nos daria individualmente o maior orgulho, pela extinção de antigos complexos nacionais? Interrogação que certamente não aflorava ao nível da consciência, mas que podia muito bem instalar-se no subterrâneo do espírito de cada patrício inquieto e insatisfeito consigo mesmo, e mais ainda com o geral da vida. Garrincha, em sua irresponsabilidade amável, poderia, quem sabe?, fornecer-nos a chave de um segredo de que era possuidor e que ele mesmo não decifrava, inocente que era da origem do poder mágico de seus músculos e pés. Divertido, espontâneo, inconseqüente, com uma inocência que não excluía espertezas instintivas de Macunaíma – nenhum modelo seria mais adequado do que esse, para seduzir um povo que, olhando em redor, não encontrava os sérios heróis, os santos miraculosos de que necessita no dia-a-dia. A identificação da sociedade com ele fazia-se naturalmente. Garrincha não pedia nada a seus admiradores; não lhes exigia sacrifícios ou esforços mentais para admirá-lo e segui-lo, pois de resto não queria que ninguém o seguisse. Carregava nas costas um peso alegre, dispensando-nos de fazer o mesmo. Sua ambição ou projeto de vida (se é que, em matéria de Garrincha, se pode falar em projeto) consistia no papo de botequim, nos prazeres da cama, de que resultasse o prazer de novos filhos, no descompromisso, afinal, com os valores burgueses da vida. Não sou dos que acusam dirigentes do esporte, clubes, autoridades civis e torcedores em geral, de ingratidão para com Garrincha. Na própria essência do futebol profissional se instalam a ingratidão e a injustiça. O jogador só vale enquanto joga, e se jogar o fino. Não lhe perdoam a hora sem inspiração, a traiçoeira indecisão de um segundo, a influência de problemas pessoais sobre o comportamento na partida. É pago para deslumbrar a arquibancada e a cadeira importante, para nos desanuviar a alma, para nos consolar dos nossos malogros, para encobrir as amarguras da Nação. Ele julga que entrou em campo a fim de defender o seu sustento, mas seu negócio principal será defender milhões de angustiados presentes e ausentes contra seus fantasmas particulares ou coletivos. Garrincha foi um entre muitos desses infelizes, dos quais só se salva um ou outro predestinado, de estrela na testa, como Pelé. A simpatia nacional envolveu Mané em todos os lances de sua vida, por mais desajustada que fosse, e isso já é alguma coisa que nos livra de ter remorso pelo seu final triste. A criança grande que ele não deixou de ser foi vitimada pelo germe de autodestruição que trazia consigo: faltavam-lhe defesas psicológicas que acudissem ao apelo de amigos e fãs. Garrincha, o encantador, era folha ao vento. Resta a maravilhosa lembrança de suas incríveis habilidades, que farão sempre sorrir a quem as recordar. Basta ver um filme dos jogos que ele disputou: sente-se logo como o corpo humano pode ser instrumento das mais graciosas criações no espaço, rápidas como o relâmpago e duradouras na memória. Quem viu Garrincha atuar não pode levar a sério teorias científicas que prevêem a parábola inevitável de uma bola e asseguram a vitória – que não acontece.Se há um deus que regula o futebol, esse deus é, sobretudo, irônico e farsante, e Garrincha foi um de seus delegados incumbidos de zombar de tudo e de todos, nos estádios. Mas como é também um deus cruel, tirou do estonteante Garrincha a faculdade de perceber sua condição de agente divino. Foi um pobre e pequeno mortal que ajudou um país inteiro a sublimar suas tristezas. O pior é que as tristezas voltam, e não há outro Garrincha disponível. Precisa-se de um novo, que nos alimente o sonho.


(*) Carlos Drummond de Andrade, publicado no Jornal do Brasil, em 22 de janeiro de 1983, dois dias após a morte do craque. (http://www.carlosdrummond.com.br).



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Xangai - Assim se forja um campeão. *


(*) Acir Vidal, editor do blog.


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Domingo, Janeiro 27, 2008


02-Maria das Merce...




A música na radiola é Maria das Mercedes,
de Djavan, com

Roberto Marques - trombone
Luiz Avelar - piano
João Lyra - violão
Jorge Helder - baixo
Jurim Moreira - bateria
João Hermeto - percussão
Chico Chagas - acordeon/arranjo.

Gravada no Rio de Janeiro, 2007. *


(*) Acir Vidal, editor do blog.






Ney Conceição - Baixo
Kiko Freitas - Triângulo
Chico Chagas - Acordeon
Robertinho Silva - Percussão

(*) Acir Vidal, editor do blog.


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Num quiosque aqui na praia, em frente ao meu estúdio *,
bebia uma água de coco com uns amigos e ouvi um senhor,
meia idade, esbravejando:

- Políticos brasileiros, quase como regra, começam a vida como pessoas pobres e, em pouco tempo, se transformam em riquíssimos pecuaristas, donos de imensas fazendas, magnatas da área de comunicações, com jornais, rádios e emissoras de televisão, tudo isso milagrosamente conseguido em paralelo às atividades parlamentares. Além disso, possuem uma característica única que os diferencia dos demais cidadãos: é a capacidade de produzir filhos que, invariavelmente, se tornam empresários de sucesso. Será que a solução para o Brasil não seria todos nós nos transformarmos em políticos, para que, com nosso êxito, ao lado dos prodigiosos filhos que iríamos gerar, mudássemos a situação do país?


(*) Acir Vidal, editor do blog.


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(*) Acir Vidal, editor do blog.


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- Toda pessoa normal se sente tentada,
de vez em quando, a cuspir nas mãos, içar a
bandeira negra e sair por aí cortando gargantas. *



(*) H. L. Mencken – 1880/1956,
jornalista, pensador e escritor americano.


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Na padaria, perto da minha casa *:

- Na França, as melhores medidas de Sarkozy ,
até agora, são as de
Carla Bruni.


(*) Acir Vidal, editor do blog.


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- Dêem-me uma multidão e um microfone
e eu lhes dou um bom fascista. *



(*) Millôr Fernandes.


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(*) Dr. Rubão, advogado, Curitiba - PR.


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Butch Cassidy and the Sundance Kid (Dois homens e um destino) é filme de 1969, dirigido por George Roy Hill . Perseguidos pela justiça dos Estados Unidos, dois amigos inseparáveis e assaltantes de trens e bancos do Velho Oeste fogem para a Bolívia junto com a namorada de um deles, mas enfrentam problemas com a polícia local. Estrelado por Paul Newman (Butch Cassidy), Robert Redford (Sundance Kid ), Katharine Ross ( Etta Place), Strother Martin (Percy Garris) e outros. Ganhou o Oscar 1970 nas categorias de Melhor Roteiro Original, Melhor Fotografia, Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original (Raindrops Keep Fallin' on My Head, de Burt Bacharach, interpretada por B.J. Thomaz). *


(*) Acir Vidal, editor do blog.


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Vinte e tantos dias de sol e mar e gás e gatos. No Rio para o Natal com “a tribo” – filhos, neta, nora & família, ex-mulher e sua trupe (marido, irmãs, sobrinhas), festas werneckais & coisas quetais –, ganho de presente o direito a férias inauditas. Fico a cuidar dos gatos da Ulla, enquanto ela passa o Revéillon em Viena com sua amiga Bárbara, a jovem concertista filha de minha querida Mariana. Pai é pai. Gato é gato. Não eu, é claro, mas os próprios. Nero & Maria, dois alentados felinos que não dão lá muito trabalho, e sequer falam comigo – fazem solene & sonolenta questão de me desconhecerem. Como Ulla só fala com eles em italiano – vá lá alguém tentar entender a Wernecklândia! – os sonsos siameses fingem que não escutam o meu minerês, enquanto desfilam lânguidos & altivos. Solitário, mas solidário, dou-lhes água e ração e – hábito que se faz cotidiano – desço pra praia, o mar do Leme em frente.

O velho-novo Leme de meus primeiros tempos de Rio de Janeiro. No canto da praia, ainda lá estão o quartel e a pedra-pedreira. No alto, a tremular aos quatro ventos, a bandeira. Isso me faz lembrar de coisas em minhas caminhadas diárias até quase o Posto Seis. Como se coisas não fizessem a gente se lembrar de coisas – coisíssimamente falando, bem entendido. Na volta, Posto Seis-Leme, do Hotel Miramar ao Méridien, vou mirando o miramar do fim da praia e volta sempre um velho poema feito ali, lá se vão anos & fins-de-anos – quantos mesmo? Deixa pra lá.

À tarde, quase sempre caminho ao vai-da-valsa pelo Centro, no “turbilhão da galeria”, a cidade-paisagem presa na retina – essas ruas tão minhas, que passo e repasso e revivo agora. Assim que cessa sua cantoria no Teatro Municipal, saio com Neti Szpilman a tiracolo – a soprano de óculos escuros e chapelão à la Fellini, diva é diva. Nós dois de braços dados com o jovem e bem-humoradíssimo octagenário Octávio Mello Alvarenga, fã de “ópera, operetas, operárias e possíveis funcionárias públicas”, colunista do Globo, expert em agriCultura, não fora ele mineiro de São João del Rei. Três figuras de almanaque: Neti-de-Neti-vestida; eu preso aos meus suspensórios, e Octávio num chiquê só, também de suspensórios, mas encobertos por seu bem-cortado terno de tropical inglês.

Há uma batucada e o jovem Octávio ensaia alguns passos de samba pela Rua do Ouvidor. Poucos, que logo a Neti corta o barato de nosso passista: “Pô, Seu Octávio, olha o vexame!”. Mas é sambando que ele entra, e nós também, num bistrô da Rua do Rosário e logo comanda champagne pra comemorar nosso encontro. Faço modestamente tintim com meus drinques finos – e tudo é muito bom, muito bem. À noite, cinema e jantar na Barra com a Regininha. Nete-Regininha, meus amores, minhas amigas queridas: presenças obrigatórias sempre que no Rio aporto. Não sei o Rio verdadeiro, o Rio deveras sem elas.

Mesmo sabedores de minha missão na gatolândia, o casal de poetas e velhos amigos Cairo & Denizis Trindade liga convidando prum “luau poético” exatamente na Praia do Leme, “assim que você botar os gatos pra dormir”. Vem também a Kyvia Rodrigues, a poeta-musa Kyky-Doris Day de meu último livro de poemas. É aniversário de outra poeta, a Marla, que mora no Leme, aqui ao lado, exatamente como o pecado. Assim meio que feminino de Marlo, Marla não tem nada de “mala”, como podem pensar os mais apressadinhos maldizentes. É antes alegre e bela morena, queimada de sol e plena de bem-sacados dizeres. Antes, damos uma passada na casa da poeta Clauky Saba, onde (re)encontro Adriana Monteiro. Não minha ex-mulher, mas a poeta – arre, haja poetas, sô! – Adriana Barros Monteiro. Não resisto à pergunta de sempre: “você já foi casada comigo? É que ando meio esquecido!”. Risos e mais risos, nossas risadas de sempre. E então, ao luuuuaaaauuuuu!

É noite alta quando voltamos ao Leme. Há um luão, um luau e um violão: atabaques e muitas vozes na areia. Cantamos e cantamos e falamos poemas pra lua cheia. Não há como não lembrar de meu velho poema, “Noturno do Leme” feito naquele exato lugar, tempos e tempos atrás, numa noite de não mais se acabar. Mas não falo o meu poema, entre tantos poetas e seus falares. Em silêncio, e com um beijo, dou de presente de aniversário pra Marla meu livro Revisita Selvaggia, onde se encontra o poema, lá dentro do Selva Selvaggia velho de guerra. Falar em guerra, olho pra esquerda, lá pro alto da pedra no fim da praia, e vejo que a bandeira – símbolo da Copa e da ditadura na cozinha-Médici dos anos 70 – ainda lá tremula em meio à noite:





entre carros namorados

luminosos lambuzando a aurora

entre o hot dog e a coca-cola

a bandeira nos controla



até quando a bandeira

vai e vem se equilibrando?

o navio o leme os bares

os bêbados todo mundo



tudo é afável

e terrível

até a perspectiva

da aurora

até o hot dog

e a coca-cola



Tudo ainda é tal e qual – e no entanto nada é igual. Isso é Caetano. Ou não: há controvérsias. E logo amanhece. Dou de papá aos gatos e volto pra praia a caminhar e mergulhar, mergulhar e caminhar, que essa vida não é só trabalhar e dar aos gatos papá: tem que ter pernas-pro-ar. E logo à frente 2007 fica pra trás e se nos “escarpa” meio demente. E Kátia D´Angelo me chama pro final do ano na Região dos Lagos: “casa da Lola em São Pedro d´Aldeia. Da Lola, lembra-se?, a minha amiga, filha do Paulinho Soledade”. Pois é, como resistir àquele tão sozinho, tão minúsculo, tão “um pequenino grão de areia” a namorar estrelas? Deixo os gatos sob os cuidados da “tia Vera da Ulla” e nos mandamos eu e Kátia, noite-adentro-estrada-afora, rumo ao mar de Búzios & Arraial do Cabo (Frio). Nunca um fim-de-ano como este, mareado de sol e gruta azul e vou-te-contar. Não dá mesmo pra contar – e não conto. Nem “depois eu conto”, como diria a Nina Chavs. Depois, não conto mesmo.

De volta ao Rio, eu e Ulla – que também chega assim de Londres como quem não quer nada. Ou melhor, quer sim: “Papi, sabe que o gás do meu banheiro tá com problema, né? Pois é, dá pra ficar mais um tempo e tomar conta do gasista que vou chamar?”. Pai é pai. Gás é gás. Fico mais “gase” uma semana, já que Ulla tem que cuidar de seus pacientes de fisioterapia o dia inteiro. Lá fico eu com Seu Antônio, um cearense bonachão e cheio de gás & histórias. Sem mar, sem praia, que sou um mestre-de-obras consciente, ora pois. No máximo, me deixar ao largo da noite pelo velho Baixo.

Uma semana ou mais de Baixo Leblon & café & drinques finos & velhos-novos amigos/amigas all night-aforadentro. Jovem é jovem, né mesmo? E a gente “somos” assim “lesmo”. O abstêmio não invalida o boêmio (evoé, Antônio Jaime!). Na Livraria Letras & Expressões, que nem “farmácia 24 horas”, varo as noites no Corujão Poético – feira de vaidades e pouca poesia, na verdade.

Mas lá encontro uma pá de amigos: da Frenética Lidoka ao Dzicroquete Bayard. E poetas & músicos & boêmios de estirpes várias: o poeta Ricardo Maia (sobrinho e fã ardoroso de seu tio, o cartunista Romerinho, meu velho amigo da adolescência em Cataguases, e que se foi há muito) e sua namorada, Suely Capobianco; um papo-cabeça com o cineasta Abelardo Carvalho; a reluzente Luzmarina (ah, Luzmarina, com esse nome não precisava desses cabelos, desses olhos, dessas curvas todas!); o ator e também poeta Eduardo Tornaghi; Cairo & Denizis; Tânia Ferreira (filha de um dos três “Ferreiras” que assinam a marchinha famosa, “Me dá um dinheiro aí” – qual deles, Tânia? Você acabou não me dizendo: o Glauco? O Ivan? O Homero?); Dudu, baixista que tocou com a Gal e que é agora o diretor de tv Eduardo Vasconcellos; a poeta de “alma-de-poeta” Andrea Paola, a cantora Andréa Dutra (“a de voz belíssima”, evoé, meu Luiz Linhares!), Kyvia-Ky-Ky-La Belle; o querido amigo e violonista Cadu; o poeta Ruggero, velhamigo novo; Adriana – você-foi-casada-comigo? – Monteiro de Barros; a poeta-performer Cristina-maiakovskimente-Terra; a atriz mineira & muito-gracinha Glauce Guima, a cantora carioca Marysa Alfaia (amiga querida que mora em Barcelona e que eu não via “desde muitos anos passados”) & etc & tal & todo mundo & coisa & loisa. Esses adjetivos todos, salpicados de pontos-e-vírgulas, só pra dizer que também os amo, como aos amigos – e os uso, mesmo quando em desuso. Verão tem dessas coisas.

Ufa! Que tudo é muito prum poeta agora e de novo mineiro de pacataguases. Gatos & gás nos conformes, volto pra Minas – que Minas sim, meu caro Drummond, ainda há demais. Pela estrada, um poema de ocasião, que vai pro Ricardo Maia e pra Marysa Alfaia:





Zoeira & Alfaia

para marysa & ric



antes que em desgraça

nosso mundo caia

um quê de chalaça:

só zoeira e alfaia.

diz ricardo maia:

– eta pau-pereira!



E ainda outro, direto do Bar do Alemão da Rio-Petrópolis, que vai naturalmente pra quem de direito, a Frenética Likoka e o Dzicroquete Bayard Tonelli:



bye, rio: bye-bye

para Lidoka & Bayard



catito e sestroso

de mar-mareado

na volta do rio

só, só um bolero

anético-estético



leves, esqueléticas

bailar e bailar

com belas frenéticas

e nelas restar

– patético, pá!



no bar do alemão

rio a remoer:

longe dos pivetes

comer e comer

todos dzicroquetes


(*) Ronaldo Werneck, jornalista e poeta, é mineiro de Cataguases.

http://www.ronaldowerneck.com.br/ha_controversias/


Sapeca aqui:





Sábado, Janeiro 26, 2008


01 Café Com Pão.mp...




A música na radiola é Café com pão,
de João Donato, com

Violão e Guitarra: Chico Pinheiro
Violão e Guitarra: Anthony Wilson
Piano: Fábio Torres
Baixo: Marcelo Mariano
Bateria: Edu Ribeiro
Percussão: Armando Marçal
Clarinete: Proveta
Flauta: Matt Zebley, Vinícius Dorin
Sax Alto: Proveta, Matt Zebley
Sax Tenor: Vinícius Dorin, Matt Otto
Sax Barítono: Adam Schroeder, V. Dorin
Trombone: Garrett Smith, Paulo Malheiros
Trompete, Flugel: Gilbert Castelhanos, Daniel D'Alcântara

Gravado no Rio de Janeiro, em 2007. *


(*) Acir Vidal, editor do blog.








Popó, de Chico Pinheiro & Aldir Blanc

Chico Pinheiro: Guitarra
Fabio Torres: Piano
Marcelo Mariano: Baixo
Edu Ribeiro: Bateria
Tati Parra: vocal

No Itaú Cultural – SP – março/2007


Sapeca aqui:







[ http://www.sponholz.arq.br ]



Ontem lá no Bar do João, em Santa Lúcia, Vitória (ES), serpentário de professores, jornalistas, intelectuais, profissionais liberais e demais mentirosos da área, alguém comentou sobre sobre a justiça social no país:

- Quando o presiMENTE Lu//a acabar de comer o queijo,
vai distribuir ao povo todos os buracos.



Sapeca aqui:









(*) Eviado pelo poeta Francisco Marcelo Cabral,
mineiro de Cataguases, radicado no Rio de Janeiro.


Sapeca aqui:










Em 1952, em Chicago (EUA), um amigo de Nelson Algren (escritor americano - 1909/1981), o fotógrafo americano, Art Sahy, hoje com 85 anos, levou Simone Beauvoir à casa de um amigo, onde tinha uma banheira. Ele escreve: "Ela havia tomado seu banho. Depois, enquanto ela se arrumava na pia, tive um súbito impulso. Ela sabia que eu a havia fotografado, porque ouviu o clique da minha confiável Leica Model F" . "Homem travesso", disse ela.







A escritora Simone Beauvoir (1908/1986) conheceu Jean-Paul Sartre, na Sorbonne, em 1929, e logo uniu-se estreitamente ao filósofo e a seu círculo, criando entre eles uma relação polêmica (foi uma relação "aberta", pois o casal tinha experiências amorosas com terceiros) e fecunda, que lhes permitiu compatibilizar suas liberdades individuais com sua vida em conjunto. Foi professora de filosofia até 1943, em escolas de diferentes localidades francesas, como Rouen e Marselha. *


(*) Acir Vidal, editor do blog.


Sapeca aqui:







[ http://www.sponholz.arq.br ]


- Vovó dizia que ladrão que corre pouco,
não vai longe na carreira. *



(*) Acir Vidal, editor do blog.








Sapeca aqui:







O primeiro foi Cristo.
O segundo foi Pedro.
O terceiro foi Ivangivaldo
(esse cara da foto).







Sapeca aqui:







( Simon )


Silvinho Land Rover Pereira fez um acordo e se livrou do processo do men$alão em troca da prestação de serviços comunitários por três anos e uma ou outra besteirinha (ter que informar ao juiz se quiser se viajar por mais de oito dias e coisas do gênero). Saiu sorrindo do prédio da Justiça Federal.




Como bem previu seu companheiro, Delúbio Soares,
um dias eles ainda ririam disso tudo.



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Sexta-feira, Janeiro 25, 2008


08 Só Danço Samba....




A música na radiola é Só Danço Samba,
De Tom Jobim, com

Marcos Nimrichter - piano/acordeom
Eduardo Neves - clarinete
Jessé Sadoc - flugelhorn
Marcelo Gonçalves - violão de 7 cordas
Andréa Ernet Dias - flauta
Armando Marçal - percussão
Vitor Santos - trombone
Nailor Proveta - sax alto
Marcelo Martins - sax tenor
Mário Adnet - arranjo e regência

Gravado no Rio, em Março -2007 *


(*) Acir Vidal, editor do blog.






Ao vivo na Sala São Paulo, 11 de dezembro 2002
Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo - OSESP


Se Todos Fossem Iguais A Você

Milton Nascimento - Voz
Participação especial: Paulo Jobim e Mário Adnet - Violões


Sapeca aqui:







[ http://www.sponholz.arq.br ]


Ontem lá no Bar do João, em Santa Lúcia, Vitória - ES,
serpentário de professores, jornalistas, intelectuais,
profissionais liberais e demais mentirosos da área,
alguém comentou sobre a devastação da Amazônia:

- Não há bem que sempre dure.
Nem floresta que nunca se acabe.



Sapeca aqui:








( Solda )


- O presiMENTE Lu//a afirmou que nunca houve o tal de
"men$alão". Zezé di Dirceu, o caipira prepotente, réu no
Supremo como "chefe da gang dos 40", reafirmou a mesma
coisa ontem ao ser interrogado na
Justiça.




- Nesse governo lulo-petista fala-se muita
mentira com extrema sinceridade. *



(*) Fumaça, biriteiro/filósofo da Praia do Canto, Vitória - ES.


Sapeca aqui:









(*) Geek é uma palavra de origem inglesa que, no jargão da subcultura de computação e Internet, designa o estereótipo do indivíduo com habilidade e interesse em tecnologia, novas mídias e programação, acima do normal. O geek pode ser também considerado como um tipo de nerd ou alguém com as características negativas do estereótipo do hacker: um indivíduo anti-social. Se usado por pessoas não pertencentes ao grupo, o termo é considerado insultuoso para todos os hackers; um geek pode ser tanto um indivíduo fundamentalmente desinformado como um proto-hacker em estágio larval. Mas há controvérsias. *
(Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre)




Aqui tem mais:

http://www.flickr.com/photos/paulthewineguy/sets/72157603619920398/



Sapeca aqui:























E depois de uma reunião ministerial em Brasília...


Sapeca aqui:










Quinta-feira, Janeiro 24, 2008


Stefano Di Battist...




A música na radiola é I Will Love You,
de Stefano di Battiste, com

Stefano Di Battista (sax soprano)
Baptiste Trotignon (órgão Hammond B-3)
Fabrizio Bosso (trompete)
Greg Hutchinson (bateria)
Russell Malone (guitarra)

Gravado em 2007, na Itália. *


(*) Acir Vidal, editor do blog.






Night in Tunisia, de Dizzy Gillespie, com

Stefano di Battista (sax alto)
Eric Legnini (piano)
Rosario Bonaccorso (baixo)
Andre Ceccarelli (bateria) *


(*) Acir Vidal, editor do blog.


Sapeca aqui:








[ http://www.sponholz.arq.br ]


- VOSSO GUIA me fascina. Nunca vi tanto talento pra ignorância. *


(*) Fumaça, biriteiro/filósofo da Praia do Canto, Vitória - ES.








Sapeca aqui:









Irmâ Maria, que trabalhava para uma agência de saúde em casa, estava fazendo sua visita a seus pacientes domiciliares quando ficou sem gasolina. Com a sorte que ela tinha, havia um posto da Petrobras justamente no quarteirão seguinte. Ela caminhou até o posto de gasolina para arranjar um vasilhame emprestado e comprar um pouco de gasolina. O frentista disse-lhe que o único vasilhame que ele tinha estava emprestado para socorrer outra pessoa e que ela podia aguardar que fosse devolvido. Como Irmã Maria tinha que visitar outro paciente, ela decidiu não aguardar e voltar para o carro. Ela procurou no carro por alguma coisa que pudesse encher com gasolina e a única coisa que ela viu foi uma comadre (tipo de penico) que ela estava levando para um paciente. Sempre desembaraçada, Irmã Maria foi ao posto com a comadre, encheu-a com gasolina e voltou para o seu carro. Quando estava transferindo a gasolina da comadre para o tanque do carro, duas evangélicas estavam olhando a cena do outro lado da rua. Uma virou para a outra e disse:

- Se o motor funcionar eu viro católica.





( Dê um Ctrl "F5" aqui para visualizar
a descrença do Padre Quevedo )




Sapeca aqui:








Mi papá es médico y dice que es notable que en la foto se observa un rigor mortis de unas 10 a 12 horas. Se nota sobre todo en la boca, posición normal cuando es sellada y puesto algodón. Se observan detalles que harían dudar que sea un montaje:

* Unos 6 a 12 milímetros de barba se observa sobresalido en la vestimenta. Efecto que sería difícil de hacer si fuera montaje.

* El peinado característico, todo hacia atrás. Barba muy cuidada.

* La posición de la cabeza con respecto al cuerpo, la línea que sigue es directa y no tiene desviaciones en el eje.

* La luz permanece inalterada, cosa muy evidente en los montajes.

* No existen gestos en su cara ni señal nerviosa que pueda alterar un músculo facial.

* El vidrio del ataúd se ve reflejado encima de su cara.

Por supuesto, como dicen muchos, hay que verlo para creerlo. Pero, recordemos que este personaje hizo histo