Quarta-feira, Janeiro 31, 2007
No salão de beleza, perto da minha casa:
- Há bichas brilhantes, estúpidas no que fazem com seu talento.
Sapeca aqui:
Ontem no Balacobaco, uma das melhores casas noturnas capixabas, na Praia do Canto, Vitória ( ES), onde o meu amigo Salsa (sax-tenor/alto ) brilha agora com o seu quarteto nas "Terças Jazz" , alguém sapecou na mesa ao lado da minha:
- Quando dois parlamentares governistas, que disputam a
Presidência da Câmara dos Deputados, concordam,
uma coisa é certa: cada um acha que passou o outro prá trás.
( Acir Vidal, editor )
Sapeca aqui:
- Depois de se acostumar durante 'n' anos com a corrupção,
como é que querem que um juiz aceite a cadeia com tranqüilidade?
( Fumaça, copo de ouro da Praia do Canto, Vitória - ES )
Sapeca aqui:
Terça-feira, Janeiro 30, 2007
Calcinha tem renda que já vestiu o Papa
Diante do declínio da procura por suas rebuscadas toalhas e guardanapos, as rendeiras de uma comunidade tradicional polonesa descobriram que a solução para seus problemas estava na... calcinha.
A idéia de produzir calcinhas de renda deu vida nova à bicentenária indústria têxtil de Koniakow.
"As peças tradicionais estavam muito caras e não vendiam mais. Uma amiga disse, brincando: 'Por que vocês não começam a fazer fio-dental?'", disse a artesã Malgorzata Sanaszek. "Ela fez uma para mim e depois para outras amigas. Foi um sucesso."
A revolução das calcinhas provocou a ira em muita gente. Os poloneses são católicos fervorosos. "Nossa renda é conhecida em toda a Polônia. Fornecemos para o Papa João Paulo II, para a rainha da Inglaterra e para o altar de igrejas", disse Mieczyslaw Kamieniarz. Sua família está no ramo há cinco gerações.
"É vergonhoso e humilhante ver que a mesma renda está sendo usada agora no traseiro das pessoas."
As peças já estão sendo comercializadas até pela internet. "Fazer uma calcinha fio-dental é muito mais fácil", comemora Krystyna Kaisar. Uma toalha leva de uma semana a seis meses para ficar pronta. A calcinha não leva mais que um dia, e custa US$ 38 ( R$ 81).
(*) Milton, corretor de imóveis em Bertioga - SP
Sapeca aqui:
( Dê um "Ctrl F5" aqui para visualizar
o farol girando ... girando ... girando)
Por onde andará o CARO Horácio Braun, do imperdível
http://www.coisasdohoracio.com.br e que não atualiza o seu
site/blog/qualquercoisa há dias, semanas, quase meses ???
O farol tÁ girando... tÂmo procurando !!!
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Figurões da MPB ( Música Popular Brasileira) captam recursos milionários pela Lei Ruanet (renúncia fiscal) e os demais ficam a ver navios. Exemplos: Ana Carolina, recordista de vendas de discos, conseguiu R$ 700 mil; Daniela Mercury, a musa do Carnaval da Bahia, R$ 814 mil; Maria Bethânia, que dispensa apresentação, R$ 300 mil; Beth Carvalho, a rainha do samba, R$ 1,3 milhão, e por aí vai. Preços dos ingressos desses shows, em média por pessoa: R$100. E viva a cultura brasileira!
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Com certeza, caro leitornauta, você já ouviu as expressões:
- NO CU DO MUNDO
&
ALTO PRA CARALHO!
Pois é, esses dois lugares existem de fato e foram fotografados para que todos saibam.
Veja com seus próprios olhos...
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[ http://www.sponholz.arq.br/ ]
- O chato pros candidatos à Câmara dos Deputados,
é quando quem vota por último, está sentado na primeira fila.
( Piter Ellystony da Silva, bananicultor em Alfredo Chaves - ES )
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informa em edição 'Qualé o pó ???'
DEU NA IMPRENSA
Contínuo soterrado em SP levava cocaína no bolso.
A Secretaria de Segurança Pública ( SSP) confirmou neste domingo que foram encontrados 13 papelotes de cocaína no bolso da calça do contínuo Cícero Agostinho da Silva, de 60 anos. Ele foi a sétima vítima encontrada após o desabamento ocorrido no canteiro de obras da futura Estação Pinheiros, da Linha 4 do Metrô de São Paulo, em 12 de janeiro. ( Fonte: Correio Web )
Pitaco do editor da CNN:
Seria cômico, não fosse trágico! Meu filho Marcelo, ao me ver preparando esta edição, fez a seguinte comentário:
- Não sei a razão, mas me lembrei de um trecho da Bíblia que diz mais ou menos o seguinte: 'Do pó viestes, e ao pó voltarás.'
Fui!!!
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Segunda-feira, Janeiro 29, 2007
[ http://www.sponholz.arq.br/ ]
- É graças a Deus que o Brasil tem saído de situações difíceis.
Mas, graças aos nosso últimos presiMENTES da República ,
é que se mete em outras.
( Wesdley Maique da Silva, babalossain em Ichu - BA )
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(*) Milton, corretor imobiliário em Bertioga - SP.
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O Brasil é hoje o maior país pentecostal do mundo. Levantamento de um instituto americano indica que o país reúne 24 milhões de seguidores de igrejas como a Universal do Reino de Deus, a Assembléia de Deus e a Renascer em Cristo.
- Basta saber algumas línguas, e ler o livro sagrado de algumas religiões, pra verificar que só existe um Deus, que deu a cada país seu próprio profeta - sempre um péssimo tradutor.
( Millôr Fernandes )
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Duas enfermeiras que trabalhavam preparando cadáveres,
receberam um corpo para ser preparado.
Uma delas arregala os olhos e diz:
- Você já viu um destes? referindo-se ao tamanho do pênis do falecido.
Ao que esta responde:
- Meu marido tem um igual!
Ao que o outra ainda espantada contra-argumenta:
- Assim... grande ?
- Não..., assim morto!
(*) Marcos Xavier, escritor, é mineiro de C ataguases
e despacha de Brasília - DF.
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O gerente de construção da linha 4 do Metrô de São Paulo, Marco Antonio Buoncompagno, é processado sob a acusação de ter participado de um esquema ilegal de contratações públicas em parceria com uma empreiteira do Consórcio Via Amarela - cujos trabalhos hoje ele é encarregado de fiscalizar.
A ação civil pública foi proposta pelo Ministério Público Estadual e ainda não foi julgada - está em fase de perícia.
Nomeado na gestão Geraldo Alckmin ( PSDB) para controlar a obra que provocou a maior tragédia da história do Metrô, Buoncompagno, para a Promotoria, foi "favorecido" pela Andrade Gutierrez nos anos 90.
Cargo de confiança de Luiz Carlos Frayze David, presidente do Metrô na gestão de Alckmin e mantido na de José Serra ( PSDB), Buoncompagno comanda os trabalhos de "gerenciamento e de fiscalização" da construção da linha 4. Isso significa que passam por ele quase todas as decisões do Estado em relação à obra.
(UOL)
Nas eleições em São Paulo, os tucanos devem
ter dito sobre Marco Antonio Buoncompagno:
- Dos males o menor. Ou o que der mais dinheiro.
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Domingo, Janeiro 28, 2007
Se você, meu caro leitornauta, for passar o Carnaval em Blumenau, na bela e Santa Catarina (copirraite Curt Nees), não se preocupe com o porre que vai tomar. Meu amigo Horácio Braun, proprietário do bar mais bem transado do Sul do país, o Botequim Colonial 69, que fica no Shopping Neumarkt, na Praça Cristal, mandou fabricar 10 exemplares desse carinho para entregar em casa o bebum que não se agüentar. Além de o melhor chope, Horácio Braun também tem o melhor serviço local. E bom Carnaval para todos!
( Acir Vidal, editor )
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( Dê um "Ctrl F5" aqui para
visualizar o sufoco do anão)
- Isso não se faz...
(*) Indio Bauer, de Porto Alegre - RS.
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[ http://www.sponholz.arq.br/ ]
- O mal dos candidatos governistas é que
têm excesso de cabeças e carências de miolos.
( Ederwan Valciscley da Silva , bovinocultor em Piripiri - PI )
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Onde estávamos? Ah, sim: ainda naquela livraria do Rossio , em Lisboa, onde também encontro uma edição bilingüe (tradução portuguesa de Maria de Lourdes Guimarães) do poema-livro "The Bridge", do norte-americano Hart Crane, um dos poetas prediletos do escritor Jair Ferreira dos Santos - meu amigo e "assessor especial" para literatura em língua inglesa: ele sabe tudo e mais um pouco. Por acaso - e estranha coincidência, pois li os dois livros na mesma viagem - Crane é também citado em uma das "inconferências"de e.e.cummings, livro mencionado em minha coluna anterior.
Diz cummings em um trecho de sua quarta "inconferência", intitulada "eu & tu & é" - com aquele texto característico, cuja forma prima pela ausência de espaçamento entre os sinais de pontuação, como se tudo brotasse de uma só vez, palavras que se juntam, que se fragmentam à deriva, pontos, vírgulas, parênteses. Tudo num só jorro, mas devidamente sincopado: "(...) Se um poeta é alguém, é alguém para quem as coisas feitas interessam muito pouco-alguém obsecado com o Fazer... (...) E no que lhe diz respeito "vida" é um verbo de duas vozes-ativa, executar, e passiva, sonhar. (...) Não sentir completamente é pensar... crescer é um destino. (...) Embriagado e semporquê (falando de um ciclone, contando como por fim com o desaparecimento até mesmo da impossibilidade a si próprio se encontrou verdadeiramente e subitamente transformando-se no ciclone; não sucumbindo e não sobrevivendo; Sendo ) o poeta Hart Crane conseguiu inventar o simulacro do que é crescer".
Poeta pouco conhecido no Brasil, e acredito também nos demais países de lingua portuguesa, Harold Crane ( Hart é diminutivo que ele usou literariamente) nasceu em 1899 em Garretsville, Ohio, e suicidou-se em 1932 - ao lançar-se ao mar do alto de um navio, quando do retorno de uma viagem pelas Caraíbas e México. Com menos de 17 anos, em 1916, Hart Crane já consegue publicar um poema numa revista de vanguarda. Em 1926 lança "White Buildings", sua primeira coletânea, em que - nas palavras do grande poeta português Jorge de Sena - "se mostra dividido entre uma afirmação épica inspirada de Walt Whitman e o pessimismo difundido pela mensagem vanguardista de T.S. Eliot. Na vasta seqüência, The Bridge ( 1930), Crane atingiu a sua plena estatura numa magnificência de imagens que todas se organizam em torno da Ponte de Brooklyn, em New York, como símbolo da grandeza norte-americana e dos perigos da civilização industrial".
O poeta Mallarmé dizia que "um poema não se faz com idéias, mas com palavras". Mas, dizia também que a função do poeta era " donner un sens plus pûr aux mots de la tribu" - ou, na tradução/recriação de Ezra Pound," to purify the dialect of tribe". Em português de Cataguases, cuíca do mundo, "dar um sentido mais puro às palavras da tribo". Ou "purificar seu dialeto". Então, é de palavras, palavras "purificadas" e (por que não?) também de idéias que são feitos os poemas de Hart Crane. Como neste belo trecho de "A Ponte" (a Ponte de Brooklyn, também conhecida como a ponte dos suicidas), na tradução de Maria de Lourdes Guimarães:
A Ponte de Brooklyn
"Em quantas madrugadas, arrefecidas pelo repouso ondulante,
As asas da gaivota hão-de imergi-la e voar em seu redor,
Espalhando anéis brancos de tumulto, erigindo bem no alto
Sobre as águas agrilhoadas da baía a liberdade -
Então, numa curva inviolada, deixarão os nossos olhos
Tão espectrais como veleiros que cruzam
Uma página cheia de parcelas a arquivar;
- Até que os elevadores nos libertem do nosso dia...
Sonho com cinemas, truques panorâmicos
Com multidões debruçadas sobre uma cena fulgurante
Jamais revelada, mas passada de novo à pressa,
A outros olhos prometidos sobre o mesmo écran;
E TU, por cima do porto, ao ritmo da prata
Como se o sol te imitasse, embora deixasse
Um gesto nunca acabado no teu rasto, -
Implicitamente ficas com a tua liberdade!
De uma abertura no metrô, de uma cela ou mansarda
Um louco precipita-se para os teus parapeitos,
Oscilando aí por momentos, a garrida camisa enfunada,
E um gracejo solta-se da multidão surpreendida.
(...)
E de novo as luzes do trânsito que deslizam pelo teu idioma
Veloz e total, imaculado suspiro de estrelas
Ornando o teu caminho, condensam a eternidade:
E vimos a noite erguida nos teus braços.
(...)
Ó insone como o rio lá embaixo,
Em abóbada sobre o mar, erva sonhadora das pradarias,
Desce, vem até nós, os mais humildes,
E da tua curvatura empresta a Deus um mito".
Isso sim, é o que se chama "dar um sentido mais puro às palavras da tribo". Hart Crane - cujo nome, num rápido falar em portinglês, e para ouvidos absolutamente descuidados, resulta em "coração-crânio" - constrói seu poema no rigor do decassílabo inglês (a tradutora optou quase sempre por versos brancos). Forma & fundo. Evoé, Mallarmé! Hart Crane é por demais grande para tão curto espaço. Palavras-poema, palavras que purificam a língua - e novamente não consigo sair daquela livraria do Rossio. Há controvérsias?
(*) Ronaldo Werneck, jornalista e poeta, é mineiro de Cataguases.
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Sábado, Janeiro 27, 2007
Menino chinês de apenas quatro
anos mata 443 frangos a gritos.
Pai dele teve que pagar indenização de cerca de R$ 500 ao dono dos frangos.
O garoto gritou e fez os animais se pisotearem em desespero.
Aqui em Pindorama, onde o frango não é tão barato quanto lá na China
( R$ 0,88 por cabeça ), no Nordeste eles estão matando cachorro, a psiu!
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(*) Derivação: por extensão de sentido do substantivo "estrada":
tudo que conduz de um ponto a outro, que faz chegar a determinado fim; caminho.
( Dicionário do Houaiss, na UOL )
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Sexta-feira, Janeiro 26, 2007
[ http://www.sponholz.arq.br/ ]
- Às vezes o presiMENTE Lu// a faz críticas tão contudentes a respeito
de vários países ricos, que nunca mais consegue acreditar nelas.
( Caciuscley Klindomar da Silva, balateiro em Urucurituba - AM )
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Eram 20h, uma noite de sol brilhante nas margens do rio Mapocho, o principal rio da cidade de Santiago do Chile. Lá a noite só chega a partir das 20h. Todos esperavam para ouvir as primeiras notas da guitarra do americano Al Di Meola; a expectativa era muita, pois era apenas a primeira noite da VIª Edição do Providência Jazz Festival, que se realiza todos os anos na cidade, e que é sempre bem representado por grandes nomes da música instrumental mundial. Al Di Meola mal entrou, e todos aplaudiam com entusiasmo, e de pé. Infelizmente na primeira noite, o som não estava bom. Segundo minha companheira, especialista em engenharia de som e pilhérias ( rssss...), parecia não haver retorno e o som estava um pouco abafado. Do alto de minha ignorância, diria apenas que o som estava baixo, devendo-se apenas aumentar o volume, e estaria resolvido o problema. Era a apresentação de Meola, na sua turnê mundial, com seu mais recente trabalho "Consequence of Chaos Tour 2007" . Meola tocou suas melodias, variando entre compassos rápidos, muitos acordes com liberdade de improvisação (como se ainda estivesse no Return to Forever), e sons mais melódicos, característico de seus últimos trabalhos, porém sem diminuir a qualidade. Creio que essa seja sua interpretação sobre o "Caos" . No segundo dia, tivemos a grata surpresa de conhecer o Latin Jazz de dois grupos novos e muito bons: o ContraCuarteto ( Chile) e o grupo Escalandrum ( Argentina), cujo baterista, Daniel Piazzolla, é neto do velho e conhecidíssmo Astor, e já tocou com Chick Corea, dentre outros. Som rápido, muitas notas, como todo bom Jazz, e boas improvisações de sax; creio que o espírito do genial Michael Brecker (falecido sábado passado, dia 13, aos 57 anos) baixou no saxofonista do Contracuarteto, porque podíamos ouvir muito da influência das frases do Brecker saindo do sax do garoto. Bom show, mas nada que possa ser comparado a feliz junção entre a guitarra do John Scofield e o contrabaixo do John Patitucci. Coisa de maluco! Já estive em muitos shows de música intrumental, mas nada que se comparasse com aquilo. Os dois Johns estavam inspiradíssimos, o que provocou aplausos ininterruptos a cada improviso. Acompanhando com efetivo mérito, estava o baterista Kendrick Scott. O trio foi do jazz-rock ao post-bop, levando os críticos chilenos a denominá-los de "power trio" . O show foi tão bom que eu quase esqueço de falar do penúltimo grupo, que se apresentou antes do John Scofield Trio. Falo do Pekka Pylkkäenn Tube Factory, grupo finlandês que aportou pelo Providencia Jazz para mostrar a qualidade musical filandesa. Eles fazem uma mistura de ritmos cubanos com smooth-jazz e o bebop, resultando numa extraordinária salada musical recomendada aos paladares mais exigentes. Por fim, devo dizer que o Chile e os chilenos estiveram de parabéns pela realização do VIº Providencia Jazz, realizado ao ar livre, no Parque das Esculturas, às margens do Rio Mapucho, e que,graças a Deus, estivemos lá pra conferir.
(*) Sérgio P. Silva, sociólogo, músico e fotógrafo ( http://www.slps2.nafoto.net/ ),
é radicado no Rio - RJ.
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Quinta-feira, Janeiro 25, 2007
[ http://www.sponholz.arq.br/ ]
- O mal de comparar coisas de segunda mão,
é que elas nunca são de segunda mão.
( Millôr Fernandes )
Para entender corretamente a charge do GRANDE SPONHOLZ:
Hameln, uma cidadezinha na Alemanha, estava infestada de ratos, desesperada a população procurou ajuda. Um dia apareceu um músico com uma flauta mágica e prometeu, mediante pagamento, livrar o vilarejo dos ratos. Feito um acordo, passou a tocar uma melodia na sua flauta, e todos os ratos passaram a segui-lo até um rio, no qual os pobres roedores lançaram-se, morrendo todos afogados. O flautista retornou à cidade exigindo pagamento, no entanto, as autoridades deram-lhe um "cano" , e o flautista jurou vingança, e foi embora. Um belo dia, o flautista retornou sorrateiramente à Hameln, tocou uma outra melodia na sua flauta, e esta melodia atraiu todas as crianças, que os seguiram e nunca mais foram vistos, nem o flautista...
Sapeca aqui:
Hoje Tom Jobim completaria 80 anos.
Simplesmente, foi um dos maiores músicos do Século XX.
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(*) Assim era designado o Brasil na Cartografia antiga.
( Acir Vidal, editor )
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- Daiane dos Santos que se cuide no Pan!
(*) Milton, corretor imobiliário em Bertioga - SP.
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SÃO PAULO
453
ANOS
Hoje, 25 de janeiro de 2007, minha São Paulo completa 453 anos. Eu, que vim lá do glorioso Bixiga, pra colocar meu burro na sombra em Jaraguá do Sul, na bela e Santa Catarina, aproveito a enorme audiência do Contra o Vento - e com a devida permissão do GRANDE Acir - para enviar meus cumprimentos aos paulistanos, de modo especial, e aos demais brasileiros e estrangeiros que escolheram Sampa para viverem o seu dia-a-dia.
Parabéns!
Fui!!!, tomar todas, em homenagem à minha querida
São Paulo, terra boa... São Paulo da garoa !!!
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No programa educacional brasileiro, onde se lê, "Brasil, o país de todos" ,
leia-se; "Ninguém pode evitar o naufrágio do Titanic" .
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Em seu mais recente ensaio fotográfico - "Gentes e Batuques" -, publicado na revista Raiz ( http://revistaraiz.uol.com.br/portal/ ), o sociólogo e fotógrafo (premiadíssimo) Sérgio P. Silva, titular do obrigatório http://www.slps2.nafoto.net/, dá também uma pequena entrevista sobre "identidade e cultura brasileira ".
Além de um talento e genialidade incomuns, o meu amigo Sérgio P. Silva tem como melhor qualidade ser o primeiro-damo da professora doutora Ceça, nossa queridíssima correspondente no Rio de Janeiro.
( Acir Vidal, editor )
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Quarta-feira, Janeiro 24, 2007
[ http://www.sponholz.arq.br/ ]
Ontem no bar Balocobaco, na Praia do Canto, Vitória ( ES), onde o Salsa tocava
sax (alto e tenor) com o tecladista Vítor, alguém comentou na mesa ao lado da minha:
- As previsões do presi MENTE Lu //a, sem conexão com a realidade, são produzidas sem a menor preocupação com os seus efeitos. Já estou acostumado com tantos blablablás, afinal ouvimos incontáveis nhenhenhêns desde o desgoverno FHC, o pavão m ysterioso.
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INSEGURANÇA
Violência na BR-040 assusta juizforanos
O medo e a insegurança de quem viaja pela BR-040 , com destino ao Rio de Janeiro, aumentou depois do registro de dois casos violentos no final de semana. Mesmo com a presença da Força Nacional de Segurança, os criminosos assaltaram o posto de pedágio na Baixada Fluminense e agiram em um ônibus que seguia para Manhumirim. Alguns juizforanos são obrigados a mudar a rotina e evitam viajar no período noturno ou com objetos de valor. A violência também avança por municípios mineiros, principalmente os que fazem divisa com o Rio ou os que estão próximos a rodovias federais. Em Muriaé, Cataguases e Leopoldina, por exemplo, uma quadrilha que assalta e pratica abusos sexuais vem provocando terror.
( Hoje na Tribuna de Minas )
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- Já vi esse filme, no final a gente morre.
( Almeidinha, apontador de bicho na rua da
delegacia de polícia na Praia do Canto, Vitória - ES )
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Do Barão de Miracema * :
- Em terra de cego quem tem um olho é ecologista.
(*) Alter-ego do Acir Vidal, o editor.
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Comi $$ação de frente dos Acadêmicos... do Salgueiro.
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Essa é PACabá !!!
[ http://www.sponholz.arq.br/ ]
Quando pseudas aves - tucanos, canários-da-terra - se juntam a pseudos
sindicalistas, com alguns pseudos empresários, mais outros tantos pseudos
congressistas, e alguns pseudos jornalistas e/ou comentaristas
político e/ou econômicos, e resolvem dizer
- e até torcer! -
para que o
PAC do Lula
não dê certo, é certo que vai dar certo, certo?
A não ser que em PAC !!!
Fui!!!
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Terça-feira, Janeiro 23, 2007
E em Nairóbi, Quênia, no Fórum Social Mundial ( FSM), evento de âmbito mundial, organizado por movimentos sociais com objetivo de celebrar a diversidade, discutir temas relevantes e buscar alternativas para questões sociais, nenhum dos procurados deram as caras. Por quê?
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- Tomografia da cabeça do governador de
São Paulo achada perto da Linha 4 do Metrô.
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- Cicarelli no Terminal Dom Bosco, Vitória - ES.
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[ http://www.sponholz.arq.br/ ]
- No princípio da ditadura militar era o "milagre". Todo o mal começou
na democracia do presi MENTE Lu //a com as "explicações".
( Uéslei Cleyto da Silva, salgador de tripas em Siriri - SE )
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Ontem no bar Saideira, o melhor chope de Vitória - ES, aqui perto
da minha casa na Praia do Canto, alguém na mesa ao lado, sapecou:
- A Venezuela está sendo governada por um tour-de-farsa.
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informa em edição 'bier au-au'
Dona de pet shop holandesa cria cerveja para cães
O novo tipo de cerveja, sem álcool, é feito de extrato de carne e malte, e é quatro vezes mais caro que as marcas mais populares entre humanos na Europa.
AMSTERDÃ - Depois de uma longa caçada, nada melhor que pôr as patas numa garrafa de cerveja gelada. Pensando nisso, Terrie Berenden, dona de uma pet shop na cidade holandesa de Zelhem, criou uma cerveja para seus cães weimaraners, feita de extrato de carne vermelha e malte.
"Uma vez ao ano, vamos para a Áustria caçar com nossos cães, e ao final do dia, vamos para a varanda tomar cerveja. Então pensamos, meu cachorro fez por merecer", disse ela.
Berenden pediu a uma cervejaria local que criasse e engarrafasse a cerveja sem álcool, com a marca Kwispelbier. Ela foi lançada no mercado na semana passada, com o slogan "uma cerveja para o seu melhor amigo".
"Kwispel" é a palavra holandesa para balançar a cauda. A cerveja também é própria par consumo humano, afirma Berenden. Mas, a US$ 2,14 a garrafa, é quatro vezes mais cara que as marcas européias mais populares.
Fonte: O Estadão
Prosit, ôps, Fui!!!
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Nesses tempos de muitos funks, sertanejos e outras breguices do gênero, o selo Biscoito Fino lança no mercado o primeiro DVD da cantora Nara Leão. Este DVD é mais um que integra uma série de programas especiais dedicados a artistas da música popular brasileira como Elis Regina, Paulinho da Viola, Wanda Sá e Gal Costa.
O Especial reproduz a entrevista de Nara no programa "Ensaio", da TV Cultura, realizado em 1973 por Fernando Faro, que continua até hoje à sua frente (melhor dizendo, por trás das câmeras). A voz e a imagem em off do entrevistador, aliada ao preto e branco da transmissão, reforça o clima intimista e transmite um quê de sensualidade, mistério e delicadeza, esta última a marca maior da musa portadora dos joelhos mais famosos da MPB. Joelhos que se encontram na imaginação dos espectadores, é claro, pois a tônica dos programas realizados por Fernando Faro é manter o entrevistado permanentemente em close, captando as mínimas nuances de seu rosto.
O resgate das imagens dos programas dirigidos por Fernando Faro é de fundamental importância para a preservação não só da história musical, mas também política de nosso país. Nara Leão foi um nome de grande importância na cultura brasileira na segunda metade do século XX. Tímida e paradoxalmente inquieta, corajosa, inovadora, nos seus vinte e cinco anos de carreira, correu em busca do registro de uma arte compatível com sua "verdadeira natureza interior" (como diz Gilberto Gil em Copo Vazio: "Que o ar no copo ocupa o lugar do vinho/ que o vinho busca ocupar o lugar da dor/ que a dor ocupa a metade da verdade/ a verdadeira natureza interior").
Nara Leão é a cantora que reuniu o melhor repertório do cancioneiro nacional. Gravou Nelson Cavaquinho, Sidney Miller, Zé Keti, Chico Buarque, Tom Jobim, João do Vale, Paulinho da Viola, Carlos Lyra, Dorival Caymmi, Edu Lobo, Vinicius de Moraes, Assis Valente, Sueli Costa, Villa-Lobos, Ernesto Nazareth e até mesmo um belo disco inteiramente dedicado ao Rei Roberto Carlos.
O DVD inicia com Nara interpretando a capella a canção "Soneto", de Chico Buarque, compositor que ela também homenageou no álbum "Com açúcar, com afeto", de 1980: "Gravei muita coisa dele", diz Nara, "nem sei direito o que mais. Do Chico, eu me lembro de uma música que eu pedi que ele fizesse pra mim. Eu gosto muito de música que a mulher fica em casa chorosa e o marido na rua farreando. Você vê que eu canto "Fez bobagem" ( Assis Valente), "Camisa amarela" ( Ary Barroso). Chico fez para mim "Com açúcar com afeto".
Com a voz pequena, no registro de soprano quase ligeiro, Nara imprime uma delicadeza e simultânea carga de emoção que causa impacto naqueles que a assistem pela primeira vez. A câmera persegue detalhadamente os movimentos da cantora, captando toda a sua expressividade. Acompanhada durante todo o tempo somente por seu violão, ela depura cada nota, cada acorde. Em "Morena do mar" de Caymmi, Nara Leão canta com tamanha suavidade que parece que a brisa leve do vento toca seus cabelos: "Para te agradar/ Ai, eu trouxe os peixinhos do mar, morena/ Para te enfeitar, eu trouxe as conchinhas do mar/ As estrelas do céu, morena/ E as estrelas do mar/ Ai, as pratas e os ouros de Iemanjá".
Absolutamente espontânea, Nara fala sobre o acontecimento da música em sua vida, com o charme de um humor levemente Bossa Nova: "Eu andava com esse negócio de cinema porque eu pensava em ser montadora de filmes. E aprendi a fazer montagem. Naquela época, eu queria ser montadora, eu não pensava em ser cantora. Eu cantava, eu fazia gravuras, eu queria fazer montagem de filmes, fazia várias coisas. Até hoje eu não sei o que eu vou ser na vida".
Mesmo a contragosto, Nara jamais deixou de ser a legítima representante da Bossa Nova. Avessa à postura ortodoxa que marcou muitos de seus companheiros, ela sempre esteve à frente e acima de qualquer rótulo. Nara sabia o que queria, tinha total consciência do que cantava: "Devo dizer que eu não sou nada preconceituosa. Então, vendo uma coisa que eu gosto, que acho bom e que acho renovador, eu não tenho preconceitos para dizer que não canto porque não cantava antes".
"Eu sou um nostálgico de tudo aquilo que eu não vivi", disse certa vez Ed Motta, numa entrevista. Guardei essa frase como se fosse minha. Fico imaginando Nara Leão, e sinto saudades.
( Daniela Aragão, mestra em Literatura, cantora e mineira
de Juiz de Fora, é radicada Cataguases - MG )
Sapeca aqui:
Segunda-feira, Janeiro 22, 2007
- Finalmente, o presi MENTE Lu //a com os Acadêmicos... do Salgueiro!
Sapeca aqui:
- Para quem anda estressado, que tal um maracujá-de-gaveta???
Fala sério!!!"
(*) Serginho Ferreira, membro do Júri que escolheu a bela vencedora, em
absoluto primeira (e, espero!) última mão, direto de Joinville, na bela e Santa Catarina.
Sapeca aqui:
[ http://www.sponholz.arq.br/ ]
Arguta observação do Fumaça, copo de ouro da Praia do Canto, Vitória - ES :
- Não adianta os dois negarem - Aldo Rebelo e Arlindo Chinaglia
são um caso típico de ódio platônico.
Sapeca aqui:
Ontem no Bar do Henriq, serpentário de professores, jornalistas, intelectuais, profissionais liberais e demais mentirosos, da Praia do Canto, Vitória - ES, alguém comentou sobre os "novos" aliados governamentais:
- Fichas policiais não atrapalham negociações com o governo Lulla.
Até podem ajudar.
Sapeca aqui:
Na Rede Gospel, a bispa Blanche, que substitui a bispa Sônia, presa nos EUA, acusada de várias maracutais, sapecou com voz teremelicante de emoção dia desses : "Quando você faz a doação, você não sabe a bênção que sente. A coisa é simples: você acredita na obra de Deus? Então, ligue já e se torne um gideão da conquista " . E continuou: - Adquira um carnê - não, não se trata apenas do vil metal, mas de um compromisso com Ele mesmo, o Senhor - e, automaticamente, você começará a "tropeçar em milagres" .
Sapeca aqui:
Desconstruindo toda aquela sua fala de que
"leitura é pior que exercício em esteira" ,
o presi MENTE Lu //a foi flagrado na biblioteca
do Palácio do Planalto em novo modelito.
Sapeca aqui:
Domingo, Janeiro 21, 2007
Para melhorar a sociedade russa, colocaram a figura de Bush como
exemplo de honestidade e homem da lei, em plena nevasca em Moscou.
Sapeca aqui:
- No Brasil, o cão só ladra quando percebe
que a pessoa que entra não é ladrão.
( Fumaça, copo de ouro da Praia do Canto - Vitória - ES )
Sapeca aqui:
vÔ vazá, maluqueira!
Olha só o que recebi:
- Subject: 배달 상 알림(실 패) -
sobre o assunto Linha-4 do Metrô.
자동으 생성된 배 상태 알림입니다.
다음 받 사람에게 배 달되 않았 니다.
O recado está claríssimo, direto, objetivo.
Está muito claro que querem calar minha boca, não?
Fui!!!
Sapeca aqui:
( Augusto Nunes, no JB de hoje )
No início de 2002, o presi MENTE Lu //a e dona Marisa assistiam um filme - "O Super Homem" - no cinema do Palácio do Alvorada. Lu/ /a, com muita dificuldade, lia as legendas da linha de cima e dona Marisa, as de baixo.
Dizem, não sei se é verdade.
Sapeca aqui:
[ http://www.sponholz.arq.br/ ]
- Na América Lat(r) ina, os pobres são bastante idiotas para pensarem
que a riqueza não traz felicidade. E os banqueiros são bastante
safados para afirmarem que há pobres felizes.
( Wood Stock da Silva, enformador de malharia em Sussuapara - PI )
Sapeca aqui:
Sojopa na semana da XXX Gincana Catarinense de Pesca de Arremesso
A Sojopa - Sociedade Joinvillense de Pesca de Arremesso, nesta semana ultima os preparativos para a realizada da 30ª edição da maior Gincana de Pesca de Arremesso em água salgada que atualmente se realiza na América Latina. A Comissão Organizadora é liderada pelo Presidente da Sociedade, Dorval M. Schmitt, que tem a coloração direta do Coordenador Geral do evento, Sandro Steuernagel, e a Direção Geral do Diretor Técnico, Carlos Humberto Dalchau ( Carlinhos). Por certo os quase 10.000 m da Praia Grande, Via Enseada, no Município de São Francisco do Sul, ( SC), a partir da próxima sexta feira, dia 26, irão se transformar na verdadeira cidade de lona, onde mais de uma centena de equipes irão acampar e mostrar |